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"Em breve, você vai parar de negar a verdade de tantas coisas. E você entenderá que eu não sou um traidor, mas um visionário! O medo leva à raiva, a raiva leva ao ódio, o ódio leva ao sofrimento. Mas o que os Jedi falharam em ensinar você, foi o que eu aprendi, que é como perseverar, passar pelo sofrimento e alcançar o poder supremo!"
―Dookan para Quinlan Vos[fonte]

Dookan foi um humano sensível à Força, uma vez Mestre Jedi que caiu ao lado sombrio da Força e se tornou o Lorde Sombrio dos Sith conhecido como Darth Tyranus durante os anos finais da República Galáctica. Depois de deixar a Ordem Jedi, ele assumiu o título de Conde de Serenno e, durante as Guerras Clônicas, serviu como Chefe de Estado da Confederação de Sistemas Independentes. Ele foi o segundo aprendiz do Lorde Sith Darth Sidious que usou do movimento Separatista de Dookan para manipular ambos os lados das Guerras Clônicas. Desta maneira, Dookan emergiu cada vez mais na escuridão, apenas para ser traído por seu mestre antes de sua morte.

Nascido em 102 ABY durante a Era da República, Dookan foi levado a Ordem Jedi após ser abandonado por sua família e entregue para a Ordem Jedi, onde se tornou Padawan de Yoda, o lendário Grão-Mestre da Ordem Jedi. Quando mais velho, se tornou mestre dos Padawans Rael Averross e Qui-Gon Jinn, até começar a se tornar desacreditado no sistema da República—o qual ele acusava fortemente de ser corrupto. Dookan então retornou para seu planeta natal para assumir a posição de Conde, com o intuito de deixar Serenno forte novamente após uma crise interna. Ganhando a atenção do Lorde Sith Darth Sidious, Dookan se tornou seu novo aprendiz após a morte de Darth Maul nas mãos do aprendiz de Qui-Gon, Obi-Wan Kenobi. Junto com seu novo mestre, Dookan começou a planejar um golpe em cima da República. Ele contratou secretamente o Caçador de Recompensas Jango Fett para ser o modelo base de um futuro Exército Clone que a República seria forçada a usar dentro de dez anos—sem o conhecimento de que Dookan estava por trás de tudo. Ao mesmo tempo, ele criou a Confederação de Sistemas Independentes e iniciou uma construção em larga escala de droides de batalha em Geonosis, com o apoio de diversas corporações e sistemas que desejam deixar a República. Isto iniciou as Guerras Clônicas que se espalhou por toda galáxia.

Após anos manobrando a Galáxia para um estado de guera, as Guerras Clônicas começaram com o récem formado Exército da Rpública invadindo Geonosis em 22 ABY. Como líder dos Separatistas, Dookan delegava autoridade militar a um quadro de subordinados treinados pessoalmente por ele, incluindo o General Grievous e a assassina Asajj Ventress. Enquanto Grievous foi treinado apenas na arte do combate de sabre de luz, Ventress era forte com a Força, proporcionando a ela a oportunidade de aprender com Dookan os caminhos do lado sombrio. Os Sith, no entanto, permaneceram fiéis à Regra de Dois de Darth Bane; e, como tal, Dookan foi obrigado a trair sua aprendiz depois que Sidious suspeitou das intenções de criá-la como uma nova Sith. Embora ele tenha tentado substituir Ventress por Savage Opress e mais tarde por Quinlan Vos, Dookan finalmente permaneceu dependente da vontade de seu mestre. No terceiro ano da guerra, Dookan e Grievous conseguiram sequestrar o Chanceler Palpatine da capital da República em Coruscant. Durante a Batalha de Coruscant que se seguiu, ele foi confrontado e derrotado pelo Cavaleiro Jedi Anakin Skywalker, que executou o Conde por decapitação, a pedido do Chanceler. Nos dias após a morte de Dookan, Palpatine revelou aos Jedi que ele era, de fato, Darth Sidious, que traiu seu aprendiz para substituí-lo por Skywalker. Com a queda subsequente da Ordem Jedi, Sidious consolidou seu poder ao se declarar Imperador do Primeiro Império Galáctico. Quanto a Skywalker, ele seguiu o falecido Darth Tyranus como terceiro e último aprendiz de Sidious, resultando em sua transformação em Darth Vader.

Biografia Editar

Início da vida Editar

Introdução Jedi e iniciação Editar

Dookan nasceu no planeta Serenno, filho dos governantes locais, o Conde Gora, e sua esposa, a Condessa Anya. Rapidamente, a sensibilidade à Força se manifestou na criança, assustando o pai que odiava e temia aqueles que ele julgava "loucos". Gora contatou a Ordem Jedi em Coruscant e disse-lhes para virem reivindicar seu filho. No entanto, em vez de esperar a chegada dos buscadores, Gora abandonou o bebê do lado de fora de seu palácio, nas margens da floresta, sem roupas ou qualquer forma de identificação. Antes que os lobos-espinhos pudessem comê-lo ou ele morresse de frio por causa de sua falta de roupas, o buscador Jedi encontrou Dookan e o levou ao Templo em Coruscant.[9]

Vida como iniciado Editar

Dookan foi integrado ao Clã Hawkbat ao lado de seus companheiros Zang Arraira, Arath Tarrex e Zaifo-Vias, sob a direção do Mestre Jedi Tera Sinube. Durante seu período como iniciado, ele se esforçou continuamente para se destacar, trabalhando duro para obter melhores resultados do que seus colegas e sempre tentando permanecer dentro dos limites das regras estabelecidas por seus mestres. Dookan, portanto, se distanciou dos outros iniciados, em vez de tentar fazer amizade com eles. Seus talentos o fizeram colidir com o companheiro Arath, em grande parte devido ao ciúme dele sobre as habilidades superiores de Dookan. Arath frequentemente insultava Dookan, chamando-o de "Sua Excelência" devido à sua maneira imperiosa e um tanto aristocrática. Dookan e Zaifo-Vias no entanto eram amigos íntimos durante o tempo em que eram crianças. Em uma ocasião específica, o Clã acompanhou o Grão-Mestre Yoda e os Mestres Sinube e Yula Braylon a Serenno para o festival galáctico que estava sendo realizado lá. Os Jedi queriam fazer uma demonstração de sabres e acharam que seria bom levar os iniciados para fora do Templo para que conhecessem a galáxia que juraram proteger, apesar de alguns Mestres como Yula Braylon discordarem da decisão.[9]

Durante o curso do evento, Dookan fugiu do grupo depois de ver uma garota que ele acreditava ter reconhecido. Ela foi assaltada e ameaçada por criminosos, mas Dookan salvou a ela e seu irmão, Ramil. Apesar de Ramil não ter gostado da atitude de Dookan, a garota decidiu ficar com ele enquanto lhe mostrava Serenno. Ela se apresentou como Jenza, e ao saber que aquele era o planeta natal de Dookan, o mostrou os principais lugares de Serenno ao iniciado. Ao chegarem a Grande Assembléia, Jenza apresentou Dookan a uma estátua de uma criatura lendária, a Tirra'Taka—uma lenda local antiga. Ao se aproximar da estátua, Dookan pôde ouvir o rugido da Tirra'Taka, e um grande terremoto causou o colapso da Assembléia. Os Mestres Jedi ajudaram a retirar os destroços de cima deles, libertando os dois. O pai de Jenza, Gora, enfrentou Yoda furiosamente quando ouviu o nome do filho ser pronunciado, gritando com os Jedi que ele nunca mais queria ver Dookan ali novamente. Neste momento o iniciado e a pequena Jenza perceberam que eram parentes, descobrindo o motivo de sua conexão.[9]

Chocado e confuso com o comportamento de seu pai, Dookan mais tarde questionou Yoda sobre como ele foi levado até a Ordem Jedi. Yoda revelou que Gora havia contatado os Jedi ao descobrir a sensibilidade à Força de seu filho, e que ele havia deixado Dookan fora das muralhas do castelo sem roupas ou identificação. Dookan aprenderia logo depois que ser deixado na beira da floresta o colocaria em risco de ser comido vivo por lobos-espinho caso ele não tivesse sido encontrado. Secretamente, Jenza enviou um comunicador até o Templo Jedi para que ela e Dookan ainda mantivessem contato. Apenas ele e Zaifo-Vias sabiam do comunicador, e com ele, Dookan compartilhou diversos acontecimentos com sua irmã. Ele e Zaifo-Vias mais tarde visitaram secretamente os arquivos Jedi para observar os artefatos do lado sombrio que faziam parte da Coleção Bogan. Zaifo descobriu como acessar a Coleção depois que ele descobriu o diário do ex-Jedi Klias Teradine. Dookan ajudou Zaifo a invadir o cofre e usou levitação de areia para passar pela trava magnética, de modo a visualizar os artefatos contidos nela.[9]

Apesar de ficarem fascinados com os artefatos, Dookan voltou a ouvir os sons da Tirra'Taka, e a viu em sua frente, apesar de Zaifo afirmar que não havia nada ali. Dookan usou a Força para tentar afastá-la, destruindo diversos itens da Coleção Bogan e sendo descobertos pela bibliotecária. Yoda e Braylon reprimiram Dookan e Zaifo pelo acontecimento, os castigando ao deixá-los traduzirem arquivos com a bibliotecária. Nesta noite, eles conheceram Lene Kostana, uma Jedi que viajava pela galáxia atrás de artefatos Sith, e responsável por grande parte da Coleção Bogan. Eventualmente, Dookan começou a admirá-la e sonhava em se tornar aprendiz de Kostana.[9]

Aprendiz do Grão-Mestre Editar

"Muito bem você lutou, meu antigo Padawan."
―Yoda[fonte]
Dooku Yoda Younglings

Dookan e Yoda se tornaram muito próximos como mestre e aprendiz.

Em 86 ABY, Dookan e seu Clã foi chamado para completarem seus testes e verem se eram dignos de se tornaram Padawans de algum mestre. Durante um torneio para testar os iniciados, Dookan enfrentou Zaifo-Vias, com a esperança de impressionar Kostana. Quando ele teve a chance, não derrotou Zaifo, mas sim entregou de volta seu sabre para que ambos pudessem passar no teste. Quando o duelo terminou, os mestres que assistiam ficaram impressionados. Enquanto Arath não foi escolhido por ninguém, ficando mais um ano como iniciado, Vias foi pego como aprendiz por Kostana, enquanto o Grão-Mestre Yoda escolheu pessoalmente Dookan como seu aprendiz, deixando todos surpresos.[9]

O treinamento deles demorou um mês para começar. Durante uma missão, Yoda levou Dookan para uma viagem em Lahsbane na Orla Interior.[9] Em outra destas viagens, eles foram para Kashyyyk onde Yoda enfrentou um Terentatek.[8]

Visões de Zaifo-Vias Editar

Em algum momento de 85 ABY, O amigo de Dookan, Zaifo-Vias, recebeu uma visão da Força de uma tempestade solar mortal que atingiria o planeta Protobranch. Depois de informar o Conselho Jedi, Dookan apoiou a sugestão de Zaifo e Kostana de que avisassem o planeta, mas foi proibido por Yoda e o Conselho, que apontaram que as visões da Força não eram absolutas e o futuro estava sempre em movimento. Frustrados com o Conselho, Dookan, Kostana e Zaifo-Vias foram sem a permissão do Conselho informar Tavetti, o Senador que representava Protobranch. Durante a conversa, Dookan ficou um pouco nervoso por Tavetti apenas ter expressado preocupação pelos recursos de Protobranch, e não por seu povo. Mais tarde com o apoio do Senado e de Protobranch, Dookan, Kostana, Zaifo-Vias e Yoda—com grande relutância—foram para o planeta. Por fim, a visão de Zaifo-Vias realmente aconteceu—uma poderosa tempestade solar atingiu Protobranch, matando grande parte da população, com os próprios Jedi mal sobrevivendo. Mesmo salvando quem conseguiram, os eventos em Protobranch abalaram o respeito de Dookan pela República e pelo Conselho Jedi, sentindo que eles eram relativamente responsáveis pelas mortes que ocorreram por não levar a visão de Zaifo-Vias a sério e se recusarem a agir mais rapidamente. Ele também ficou enojado com o fato da principal preocupação da República ser a perda dos recursos de Protobranch, e não de seus habitantes.[9]

Funeral de Anya Editar

Em 82 ABY, no vigésimo aniversário de Dookan, Jenza contactou seu irmão para contar-lhe que sua mãe havia falecido. Kostana viu o holocomunicador de Dookan e como ele o usava para contatar sua irmã em segredo e o levou ao Conselho. Dookan prometeu parar com o contato desde que pudesse ir até o funeral de Anya prestar ajuda a Jenza, e apesar da relutância, Kostana afirmou que ela e Zaifo tinham uma missão e Serenno não seria uma parada que os atrasaria, se oferecendo a levá-lo. O Conselho enfim concordou.[9]

Chegando na lua de Mantero—onde ocorreria o funeral—manifestantes se voltaram contra a família da Casa Serenno, afirmando que Gora estava tirando o emprego deles ao substituir trabalhadores por droides. Dookan tentou interferir quando Gora chamou droides de segurança para deter os manifestantes. Durante a confusão, Dookan usou a Força para pará-los, mas derrubou o caixão de sua mãe. Jenza entrou em profunda tristeza e Dookan foi forçado a ir embora.[9]

Após este incidente, Dookan acompanhou Zaifo-Vias e Lene Kostana na sua busca por uma relíquia em Asusto. Eventualmente eles descobriram e foram capturados por um grupo de cultistas, que tentavam ter vislumbres do futuro. Dookan acabou tendo diversas visões, assim como Kostana e Zaifo, do que poderia ser o futuro. No meio desta confusão, Dookan usou inconscientemente relâmpagos da Força matando os cultistas. Kostana tentou acalmá-lo junto a Zaifo—que estava em colapso—usando um antigo ritual Jedi.[9]

Mestre Jedi Editar

Dookan eventualmente se tornou Mestre Jedi e ganhou um lugar no Alto Conselho Jedi. Ele adotou Rael Averross como seu Padawan, e o tutelou por cerca de dez anos antes de Rael se graduar como Cavaleiro.[10][9] Dookan também trocou seu primeiro sabre por um novo.[17] Ele também treinou diversos iniciados e constantemente praticava combates de sabres de luz com Yoda e Rael.[18][9]

Eventualmente, Dookan também se envolveu com a Mãe Talzin quando precisou de ajuda,[19] dando a ela uma mecha de sua trança de Padawan.[7] Ele também se tornou mais envolvido com a política, apesar do desagrado do Conselho. Nestes encontros políticos, Averross apresentou a Dookan o Senador de Naboo Sheev Palpatine, com quem também firmou uma amizade.[9]

Mestre de Qui-Gon Editar

Yoda Dooku dueling demo

Dookan demonstrava duelos de sabre de luz com Yoda para os iniciados.

Dookan em 68 ABY levaria Qui-Gon Jinn, de 12 anos, como seu segundo Padawan depois de Rael Aveross. Na noite em que Qui-Gon foi designado para ele, Qui-Gon se apresentou ao seu novo mestre nos aposentos de Dookan, que observou que a criança estava assustada. Após um momento de silêncio, e pressionando-o, Qui-Gon confessou seu medo. Ele perguntou ao seu aprendiz por que e depois de se olhar através do medo, o Padawan respondeu que não tinha medo de Dookan, mas de não se tornar um Jedi e falhar. O Mestre Jedi então resumiu como Qui-Gon tendo medo de si mesmo, de um futuro não sendo o que ele queria. O Padawan confirmou, temendo que Dookan o rejeitasse por sua aparente covardia. Ele disse no entanto, que Qui-Gon Jinn era muito sábio, surpreendendo-o. Sorrindo, ele explicaria que a maioria dos Padawans negaria seu medo e, mesmo que admitissem, não teriam o autoconhecimento de Qui-Gon tinha. Ele então o elogiou por sua honestidade, discernimento e inteligência.[10]

Para ajudar Qui-Gon a entender melhor o Templo, ele o levou para um passeio pelas principais partes do lugar. Ao chegar na sala de arquivos, Qui-Gon conheceu Jocasta Nu, a nova bibliotecária que tinha muita afinidade com Dookan. O Padawan então demonstrou interesse em um velho holocron, que Dookan afirmou ser o holocron das profecias. Quando questionado sobre ele, o Mestre Jedi disse a Qui-Gon que os Jedi não estudam mais as profecias por acharem que saber o futuro pode ser perigoso, já que o mesmo sempre está fluindo e que tal conhecimento pode levar alguém a cair ao lado sombrio. Qui-Gon perguntou se simplesmente querer saber do futuro faz um Jedi cair para o lado sombrio, mas Dookan respondeu que leva mais do que isso.[10]

Após quatro meses de treinamento, Dookan levou Qui-Gon para uma batalha na superfície do planeta Shurrupak, onde o apresentou a Rael Averross.[10]

O treinamento de Qui-Gon foi para Dookan relativamente mais fácil que o de Rael, apesar de inicialmente parecerem discordar de muitas coisas, Qui-Gon demonstrou muita semelhança com os pensamentos de seu mestre. Dookan acreditava que Qui-Gon seria aquele que mudaria a Ordem de dentro, algo que ele havia desistido de tentar.[9]

Eventualmente, Dookan descobriu que Qui-Gon estava estudando o holocron das profecias. Ele inicialmente reprimiu seu Padawan por ter um interesse tão grande em saber sobre o futuro, mas percebeu que Qui-Gon iria estudá-lo mesmo sem sua permissão, decidindo então ajudá-lo em tal tarefa.[10]

Durante uma missão de ataque em Numidian Prime, Qui-Gon e Dookan foram designados para caçar a caçadora de recompensas Shenda Mol, que havia matado milhares de pessoas durante suas caçadas. Qui-Gon a perseguiu na floresta do planeta, mas foi feito de refém sob a mira de Mol. Enquanto a distraia para ganhar tempo, Dookan a derrotou e estava prestes a matá-la, sendo impedido por Qui-Gon, que queria levá-la sob custódia.[10]

Em uma missão diplomática na própria Coruscant—onde os Jedi deveriam estar presentes em um evento esportivo—Dookan se reencontrou com seu irmão Ramil, que estaria correndo no Quadragésimo Oitavo Rali Aéreo Dragonfire. Durante a corrida, o speeder de Ramil misteriosamente explodiu quando o mesmo estava prestes a vencer. Dookan e Qui-Gon começaram a investigar o acidente mesmo sem a aprovação do Conselho. Eles descobriram que o criminoso Cenevax pagou para que Ramil perdesse, e caso ele quebrasse tal acordo, seu veículo iria explodir. Dookan também descobriu que Cenevax chantageava um Jedi do Conselho: Braylon. Ele tinha uma informação que a Mestra Braylon manteve em segredo por anos, Arath era seu filho. Quando o Conselho soube disso, ela foi rebaixada e tirada dele. Dookan discutiu com Yoda os métodos dos Jedi em relação a isso, que Braylon tinha medo de contá-los, e apesar do Grão-Mestre ter dito que os Jedi a ajudariam, Dookan continuou suspeito em relação a atitude do Conselho com ela.[9]

Eventualmente Qui-Gon se tornou um Cavaleiro Jedi e tomou Obi-Wan Kenobi como seu aprendiz Padawan.[10] Dookan sempre manteve contato constante com seu aprendiz, que lhe contava muito sobre o treinamento Jedi de Obi-Wan.[6]

Deixando a Ordem Jedi Editar

Anos depois, Dookan recebeu uma chamada de Jenza afirmando que piratas invadiram Serenno e que a República declarou como problema interno, e não iria ajudar. Dookan, Zaifo-Vias e Kostana foram sozinhos até o planeta dar assistência ao povo. Ele descobriu que Ramil se tornou Conde após a morte de Gora, e manteve o povo cada vez mais descontente. Ao derrotar os piratas, Dookan e Kostana caíram em uma rachadura que se abriu com um terremoto misterioso. Esta rachadura revelou uma caverna, onde o Tirra'Taka estava escondido. Dookan conseguiu acalmar a fera e usá-la contra os droides de Ramil que tentavam reprimir o povo, os considerando rebeldes. Dookan matou Ramil e decidiu assumir o título de Conde, com apoio de sua irmã Jenza e do povo de Serenno.[9]

Durante uma conversa com Yoda, o Grão-Mestre permitiu que Dookan ficasse com seu sabre de luz, e o deixou como vigésimo membro dos Vinte Perdidos. Ele também se despediu de Zaifo e Kostana, afirmando que os veria novamente no futuro.[9]

Sem as limitações dos Jedi, Dookan começou a descobrir novos usos da Força, chegando cada vez mais próximo do lado sombrio. Ele aprendeu a controlar seus relâmpagos da Força e continuava a descobrir novos meios de derrotar futuros inimigos a cada dia. Após uma missão em Pijal, Rael Averross foi contatado por seu antigo mestre que soube de sua intenção de deixar a Ordem Jedi. Dookan ofereceu a ele espaço em Serenno, onde o ensinaria sobre seus novos poderes. Rael no entanto decidiu ficar com a Ordem.[10]

Juntando-se aos Sith Editar

Apesar de sua nova riqueza e poder, Dookan praticamente desapareceu da vida pública após sua despedida dos Jedi. Muitos acreditavam que ele havia entrado em uma espécie de exílio autoimposto com a intenção de fundar uma ramificação da Ordem Jedi.[20] No entanto, em algum momento durante esse período, Dookan foi abordado por Darth Sidious, que viu o ex-Jedi como substituto de seu,[21] supostamente morto,[22] aprendiz Darth Maul, além de um rosto para liderar o movimento separatista contra a República que Sidious planejava. Usando a frustração do Conde com a República Galáctica, o Lorde Sombrio ajudou Dookan a cair o lado dos Sith. Ele se tornou Darth Tyranus, e o treinou para usar com mais precisão o lado sombrio.[6]

Por quase uma década depois de aceitar a oferta de Sidious, Dookan ajudou seu novo mestre a implementar grande parte das bases necessárias para iniciar as Guerras Clônicas. O projeto mais importante que ele supervisionou durante esse período foi a criação de um exército de clones destinado ao uso da República durante a guerra planejada. Na esperança de dar ao projeto uma forte camada de legitimidade e esconder seu próprio envolvimento, ele sugeriu ao seu antigo amigo Zaifo-Vias a ideia de criar o exército para a República, que poderia ser mantido em reserva em caso de guerra civil. Zaifo-Vias, que estava bastante preocupado com a tumultuada situação política da República e a aparente complacência do Conselho Jedi, concordou em ordenar o exército aos Kaminoanos. Depois disso, Dookan precisava garantir que ele permanecesse calado sobre o exército para não alertar o Conselho Jedi. Como tal, ele entrou em contato com Lom Pyke, do Sindicato dos Pyke, e o instruiu a assassinar Zaifo-Vias por meio de abate em sua nave durante uma missão, após a qual Dookan recebeu o corpo de seu amigo falecido. No entanto, sem o conhecimento de Dookan, os Pykes capturaram o assessor de Valorum, Silman, e o prenderam como seguro contra uma possível traição por Dookan.[23]

Formando terrenoEditar

"Eu fui contratado por um homem chamado Tyranus em uma das luas de Bogden."
―Jango Fett, sobre o dia em que Dookan o contratou — Gnome-speakernotesOuça (arquivo)[fonte]
Jango Fett meets with Dooku

Dookan se encontra com Jango Fett em uma das luas de Bogden.

Dookan, a pedido de Sidious, foi a Sullust para discutir uma aliança com a Corporação SoroSuub e, secretamente, procurar o Sindicato Kaldana. Após um passeio por uma das cidades de Sullust, Dookan conheceu o Jedi Jak'zin, recém-coroado Cavaleiro, e foi convidado para jantar com ele e o Representante Kap Klyp. Dookan informou Sidious dessa complicação e disse-lhe para descobrir por que Jak'zin estava lá. No jantar, Dookan negou os rumores de que ele estava criando outra ordem de usuários da Força e garantiu a Jak'zin que estava cuidando do interesse comercial de sua família em Serenno. Após o jantar, Dookan seguiu Jak'zin e descobriu sobre a missão dos Jedi encontrar o Sindicato Kaldana, que coincidia com a dele. Dookan concordou em ajudar Jak'zin a achá-los. Os dois eventualmente chegaram à base do sindicato. Lá, Dookan e Jak'zin descobriram que eles estavam contrabandeando armas. Quando abaixaram a guarda, ficaram cercados pela gangue do sindicato. Dookan e Jak'zin lutaram contra os bandidos. Depois de derrotá-los, Dookan matou Jak'zin e logo se uniu aos sobreviventes. Depois de fazer um acordo com o sindicato, Dookan deixou Sullust.[18]

Em uma das luas de Bogden, Dookan recrutou o caçador de recompensas Jango Fett como modelo para o Exército Clone que a República seria forçada a usar dentro de dez anos, de acordo com o plano de Sidious. Juntamente com um salário considerável, Dookan concordou em pagar a Fett um clone inalterado para si.[6] A fim de garantir a eliminação dos Jedi na hora certa, Dookan e Sidious usavam os clones equipados com bio-chips em seus cérebros, que poderiam ser usados para desencadear um protocolo que faria com que os clones matassem seus superiores Jedi.[24] Durante esse período, Dookan encontrou Asajj Ventress—uma usuária da Força que tinha perdido seu Mestre Jedi e estava presa como escrava de Hal'Sted—em Rattatak. Ele a libertou e a trouxe para Serenno, onde a treinaria para se tornar sua assassina praticante do lado sombrio.[25] Ventress foi a primeira pessoa que Dookan treinou à maneira Sith, machucando-a constantemente com seus relâmpagos da Força e deixando cicatrizes em seu corpo.[9]

Formando a ConfederaçãoEditar

Vários anos depois da morte de seu ex-aprendiz, Qui-Gon Jinn, Dookan voltou a chamar a atenção do público de maneira grandiosa ao colocar os planos de Sidious em ação. Comandando uma estação HoloNet da República no sistema Raxus e fazendo um discurso empolgante no qual criticou a corrupção e as falhas da República. Em uma galáxia em que muitos sistemas da Orla Exterior estavam atrapalhados sob a burocracia ineficaz e corrupta da República, o discurso de Dookan preparou o terreno para o movimento Separatista. Ele começou a se intrometer nos assuntos de muitos planetas, apoiando golpes anti-República em mundos como Ryloth e interferindo nos processos políticos de Kashyyyk, Onderon, entre outros. Ele também começou a reunir publicamente sistemas e corporações para que sua causa se tornasse a Confederação de Sistemas Independentes, e publicamente dispensou todas as oportunidades de negociar com Palpatine. Estes atos sobrecarregaram os Jedi, e os pedidos de um exército para a República se tornaram cada vez mais comuns no Senado.[6] Durante o período que antecedeu as Guerras Clônicas, Dookan também se encontrou várias vezes com o Governador de Eriadu, Wilhuff Tarkin, na tentativa de convencê-lo a se juntar ao movimento Separatista. Aludiu ao governador que a guerra era inevitável e que desejava o apoio do poderoso mundo da Orla Exterior para sua causa. Na verdade, porém, essas reuniões foram orquestradas por Palpatine para testar a lealdade de Tarkin, e Tarkin permaneceu firme nesse compromisso com a República.[20]

Ao chamar atenção para si, tentativas contra sua vida se tornaram comum. Em uma destas tentativas, agentes da República capturaram sua irmã Jenza, e a deixaram presa em segredo. Dookan despachou sua assassina Ventress para localizá-la. Após Ventress salvar Jenza, a mesma tentou impedir Dookan de continuar a agir com Sidious, afirmando que ele mudou e não era a mesma pessoa que salvou Serenno anos atrás. Sabendo que não convenceria sua irmã de sua causa, e que ela tentaria atrapalhar seus planos no futuro, Dookan mandou sua assassina matá-la.[9]

Count Dooku and the Separatist Council members Nute Gunray Poggle the Lesser Wat Tambor and San Hill

Conde Dookan e os líderes Separatistas.

Dookan também prometeu ao Vice-rei Gunray da Federação do Comércio que assassinaria a Senadora Amidala, a quem Gunray desprezava, se assinasse o tratado de Dookan. Gunray aceitou a oferta; Dookan assim despachou Jango Fett para realizar o assassinato de Padmé. Apesar do fracasso da missão de Fett, Dookan conseguiu que a Federação do Comércio, o Clã Bancário, a União Tecnológica, a Associação de Comércio e a Aliança Corporativa assinassem seu tratado em Geonosis, formalizando a Confederação de Sistemas Independentes. Dookan garantiu a eles que os Jedi e a República ficariam sobrecarregados por suas forças combinadas.[6]

Guerras Clônicas Editar

A Batalha de Geonosis Editar

"Qui-Gon falava muito bem de você. Queria tanto que ele estivesse vivo, me ajudaria muito agora."
"Qui-Gon Jinn jamais se uniria a você."
―Dookan e Obi-Wan, sobre Qui-Gon[fonte]
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Dookan e Jango Fett em Geonosis.

As tentativas de assassinato dos Separatistas na Senadora Amidala levaram à investigação do Cavaleiro Jedi Obi-Wan Kenobi, que rastreou Jango Fett até Geonosis. Lá, Dookan estava se reunindo com líderes Separatistas e ouviu enquanto prometiam seus bens à Confederação. Kenobi ouviu a discussão, mas foi capturado pelos droidekas enquanto transmitia suas descobertas de volta à República. Dookan visitou Obi-Wan em sua cela, fingindo choque com a captura do Jedi e perguntando sobre sua presença em Geonosis. Negando o envolvimento com o caçador de recompensa, Dookan falou de seu ex-aprendiz, Qui-Gon, sugerindo que Jinn teria se juntado ao movimento de Dookan se ele soubesse a verdade que os Sith estavam no controle do Senado. Embora Obi-Wan se recusasse a acreditar nas palavras do Conde, ele tentou recrutá-lo em aparente oposição a Darth Sidious e deixou Kenobi à sua sorte quando rejeitou a oferta.[6]

Dookan supervisionou a tentativa de execução de Padmé, Obi-Wan e Anakin na Arena Petranaki, mas foram surpreendidos quando o Mestre Jedi Mace Windu e sua equipe de ataque Jedi chegaram para resgatar o trio condenado. Windu logo foi superado em número por droides de batalha, e Dookan viu os Jedi cercados na arena. Ele se ofereceu para poupar suas vidas se eles se rendessem, mas Windu recusou. Em um tom lamentável, Dookan deu a ordem para matá-los, mas os sobreviventes foram salvos pela chegada de Yoda com o exército de clones de Kamino. A guerra eclodiu em Geonosis.[6]

Dookan supervisionou a batalha, assegurando a seus aliados que seu Mestre não deixaria a República escapar com a invasão, mas acabou optando por recuar. Antes de partir, Dookan recebeu os projetos da arma definitiva pelo Arquiduque Poggle o Menor, assegurando-lhe que os projetos estariam seguros com Sidious. Escapando em seu speeder com uma escolta de dois combatentes Geonosianos, Dookan foi para seu hangar secreto, mas foi perseguido por Kenobi e Skywalker.[6]

Dooku vs yoda

Conde Dookan enfrenta seu antigo mestre Yoda.

Dookan se viu obrigado a enfrentar os dois Jedi, incapacitando Obi-Wan facilmente e decepando o braço direito de Anakin. Quando terminou, Yoda o surpreendeu no hangar, e o Conde foi forçado a lutar contra seu antigo Mestre Jedi. Sendo superado por Yoda, Dookan afirmou que a guerra estava apenas começando, derrubando um pilar no teto em cima de Obi-Wan e Anakin para forçar Yoda a salvá-los, dando tempo para sua fuga. Chegando em Coruscant, Dookan entregou os planos da arma definitiva para Sidious, que afirmou que as Guerras Clônicas enfim começaram, e seus planos também.[6]

Dookan e seu Mestre recrutaram o general Grievous, um Kaleesh ciborgue. para liderar o exército droide. Grievous foi treinado por Dookan na esgrima Jedi usando os sabres de luz tomados dos Jedi que matara. [13] Quando o setor Bryx se separou, Dookan nomeou o General Horn Ambigene em Pzandias. Ele também nomeou Ambigene o Comandante do Treinamento Orgânico [tradução necessária]. <red name="Rise" /> Mais tarde, Dookan comandou o exército droide para tomar as principais rotas hiperespaciais que separavam a República do grosso de suas tropas.

Negociando com os Hutts Editar

"Logo os Jedi não só estarão em guerra com você, Conde, mas com todo o clã Hutt."
―Darth Sidious, para Dookan[fonte]

Dookan fez um acordo com Ziro, tio de Jabba o Hutt, para que o filho de Jabba, Rotta, fosse sequestrado. O Lorde Sith planejava usar o sequestro de Rotta para manipular Jabba em acreditar que os Jedi comandaram tal ato, assim os Separatistas ganhariam passagem livre pelo sistema. Dookan enviou Ventress em sua nave de assalto classe Trident a Tatooine para realizar o sequestro. Ela levou Rotta ao mosteiro abandonado em Teth com dois batalhões de droides de batalha, onde foi contatada por Dookan e depois por Lorde Sidious, que lhes garantiu que os Jedi seriam provocados em guerra contra Hutts e os Separatistas. Dookan aventurou-se em Tatooine e conversou com Jabba, alegando que os Jedi estavam por trás do sequestro de seu filho, e que Ventress e seu droide espião, 4-A7, forneciam "evidências" de que Skywalker e sua nova aprendiz Padawan Ahsoka Tano eram responsáveis. Embora ele tenha assegurado ao Hutt que seu exército droide estava montando um resgate, Dookan foi informado por Ventress que Skywalker havia escapado e estava fugindo com Rotta.[26]

Anakin vs Dooku TCW01

Dookan enfrentou Anakin Skywalker para matar Rotta e confirmar sua história a Jabba.

Após sua derrota, Dookan mandou Ventress mentir que Skywalker havia matado o Hutt. Jabba, acreditando em Dookan, permitiu-lhe enviar droides de batalha para lidar pessoalmente com Anakin. Depois que seus MagnaGuardas derrubaram o Jedi, Dookan entrou no Mar das Dunas. Ele contatou Ziro, informando que Jabba acreditava em sua história, e garantiu que ele seria o mestre dos clãs Hutt. Dookan também mandou Ziro prender a Senadora Amidala quando ela soube do acordo de Ziro. Dookan enfrentou Anakin que estava com Rotta prestes a entregá-lo a Jabba. O duelo deles terminou no entanto quando Dookan viu que Anakin estava o enganando, e Rotta estava com Ahsoka Tano. Antecipando tal ato de um Jedi, Dookan fez seus MagnaGuardas esperarem por ela, provocando Skywalker com um holograma da luta desesperada de Ahsoka. Skywalker fugiu para ir atrás de sua Padawan, pegando o speeder de Dookan, mas o Lorde Sombrio simplesmente riu. No entanto, depois que Jabba soube a verdade do acordo de seu tio, Dookan deixou Tatooine e informou Lorde Sidious de seu fracasso. Sidious disse a ele para permitir a vitória dos Jedi.[26]

Negociando com os Toydarianos Editar

"Vejo que o senhor respeita os mais fortes, Majestade. Nossos droides são superiores aos clones da República na proporção de cem contra um."
"Pode ser, mas eu soube que um simples Jedi pode ser equivalente a cem droides de batalha."
―Dookan tenta convencer o Rei Katuunko a se aliar aos Separatistas.[fonte]
Dookan em Ambush

Dookan tentou negociar com o Rei Katuunko na lua de Rugosa.

No início da ocupação Separatista em Ryloth, Dookan soube que a República planejava usar o planeta Toydaria como ponto de abastecimento de naves com suprimentos para os Twi'leks e o Exército Clone que estava no planeta passando fome. Dookan então enviou o Senador Lott Dod—que apesar de estar na República, era um espião Separatista—para impedir Bail Organa de negociar com os Toydarianos. Mesmo aparentemente ganhando o debate, o Rei Katuunko de Toydaria ajudou a República secretamente, sabendo que não poderia ignorar o sofrimento Twi'lek em Ryloth. ao terminar, ele decidiu reconsiderar sua neutralidade na guerra.[27]

Eventualmente, Dookan descobriu um encontro secreto do Rei Katuunko com Yoda na lua Rugosa e enviou Asajj Ventress para tentar convencer o monarca a se juntar à Confederação de Sistemas Independentes. Katuunko, porém, decidiu se aliar à República Galáctica, fazendo com que Dookan ordenasse que Ventress matasse-o. A mesma, porém, é impedida por Yoda, que surge no momento correto para evitar a morte de Katuunko. Após uma breve luta, Ventress, então, escapa do local, enquanto Yoda e Dookan tem uma breve conversação, na qual este fala que era uma pena ele não ter podido estar pessoalmente em Rugosa, constatação com a qual Yoda concorda.[28]

A Malevolência Editar

"Nessa guerra, um passo a nossa frente Dookan parece sempre estar."
―Yoda, sobre Dookan com a nova Malevolência[fonte]
Rising Malevolence

Dookan e Grievous à bordo da Malevolência.

Logo no início da guerra, Dookan presentou os Separatistas com um cruzador pesado secreto chamado Malevolência, que continha um canhão de íons que podia inutilizar qualquer nave e deixá-la vulnerável a um ataque maciço. Depois de alguns testes em naves da República, deixando nenhuma testemunha da arma, Dookan se juntou ao General Grievous a bordo da Malevolência no sistema Abregado. Quando uma frota de cruzadores da República entrou no sistema, Dookan ordenou que Grievous bloqueasse suas comunicações e usasse a arma secreta do cruzador, o canhão de íons, para desativar e destruir a frota. Dookan enviou caçadores para garantir que não houvesse sobreviventes, embora depois soubesse que um grupo de sobreviventes havia destruído os caçadores droides. Enquanto Dookan, Grievous e a Malevolência procuravam os sobreviventes, Skywalker chegou e os encontrou primeiro. Dookan ordenou que Grievous destruísse a nave de resgate, mas o esforço falhou.[29]

Depois que Grievous atacou um comboio médico perto do sistema Ryndellia, Dookan deu ao General droide seu próximo alvo: o Centro Médico da Orla Exterior da República. No caminho para o alvo, Dookan informou Grievous que a República havia lançado uma equipe de ataque sob a liderança de Anakin para atacar a Malevolência, e o advertiu para não subestimar Skywalker.[30] Depois que o hiperpropulsor da Malevolência foi desativado, Dookan providenciou a captura da Senadora Amidala por Grievous fingindo para ela que ela teria uma negociação com o Clã Bancário a mando do Supremo Chanceler, mas a manobra fracassou e a Malevolência foi destruída. Dookan tentou entrar em contato com Grievous para uma atualização, mas o General cortou as comunicações com raiva enquanto fugia do local de destruição.[31]

Resgate de Gunray Editar

"Não há margem para erros desta vez, minha jovem. Você deve provar que é digna de ter sido minha aprendiz no passado."
"Eu sou digna, o senhor verá."
―Dookan para Ventress, antes dela partir para sua missão[fonte]
Sidious Dooku Talk 2

Tyranus falando com Sidious sobre a captura de Gunray.

Com o vice-rei Gunray capturado pela República, Sidious informou seu aprendiz dos perigos de permitir que ele fosse interrogado pelos Jedi. Embora Dookan planejasse enviar Ventress para libertar ou silenciar Gunray, Sidious questionou a competência da usuário do lado sombrio após falhas anteriores. Dookan entregou a missão a Ventress, mas avisou que ela teria que provar que era digna de ser sua aprendiz. Ele subornou o comandante do Senado, Argyus, para ajudar Ventress a libertar Gunray, e a missão acabou sendo um sucesso.[14]

Testando Grievous Editar

"Uma vitória sobre clones e jovens Jedi já era esperada. Derrotar um Mestre Jedi sim, é um feito que merece reconhecimento e admiração."
"O Jedi Fisto fugiu."
"Significa que você deve se aperfeiçoar."
―Dookan e Grievous, sobre o teste do General[fonte]
Dooku deception

Dookan confrontou os Jedi antes de colocar Grievous para caçá-los.

Com a fuga de Gunray e a competência de Ventress restabelecida,[14] Dookan também decidiu por o General Grievous à prova. Ele usou o rastreador da nave da República que Gunray e Ventress usaram para fugir e deixou na fortaleza de Grievous, onde os Jedi Kit Fisto e Nahdar Vebb foram atrás do vice-rei. Grievous teve sucesso em defender a fortaleza dos clones e Vebb, mas Fisto fugiu para a decepção de Dookan, que esperava que seu General fosse capaz de matar um Mestre Jedi do Alto Conselho como Kit Fisto.[32]

Dookan capturado Editar

"Ainda não entendi."
"Não entendeu o quê?"
"Como é que um monte de piratas bêbados conseguem pegar o Dookan e nós não?"
―Anakin Skywalker e Obi-Wan Kenobi, sobre a captura de Dookan pelos piratas[fonte]
Epguide11

Dookan capturado pelos piratas de Hondo.

Durante uma tentativa de ser emboscado, Dookan capturou Anakin e o levou a bordo de sua nave de comando. Lá, ele foi resgatado por Obi-Wan e os dois confrontaram Dookan. O Lorde Sith fugiu para o hangar quando as forças da República chegaram. Dookan foi logo abatido pela dupla de Jedi e caiu em Vanqor, onde se escondeu em uma caverna. Em seguida, ele causou um desmoronamento, forçando Anakin a perder seu sabre de luz que Dookan levou consigo, e depois selou a caverna. Dookan encontrou piratas Weequay em sua nave destruída. Ele se aproximou do capitão dos piratas, Hondo Ohnaka, que lhe ofereceu carona para Florrum por um preço. Dookan concordou em pagá-lo enquanto secretamente planejava matar todos os piratas quando chegassem ao planeta. No entanto, antes que ele pudesse fazer isso, os sabres de luz de Dookan foram roubados dele pelo macaco-lagarto de Hondo, Pilf Mukmuk. Dookan avisou que eles não estavam lidando com um Jedi, mas um Lorde Sith. No entanto, ele estava em menor número e os piratas o prenderam, apenas para pedir um resgate para a República que pagaria mais do que qualquer Separatista. Obi-Wan e Anakin foram enviados para verificar Dookan e garantir que os piratas realmente o capturaram. O lorde Sith avisou os Jedi que os piratas eram desonestos e que não lhes permitiam sair.[33]

Eventualmente, Anakin e Obi-Wan foram também enganados por Hondo, que os capturou e os prendeu junto a Dookan para que eles pudessem receber o triplo da quantia de resgate original. Estando presos juntos, Dookan tentou fugir diversas vezes com os Jedi, falhando em todas. Por fim, os Jedi foram levados para Hondo, retirando a corrente elétrica que os ligava ao Conde. Ao ocorrer uma queda de energia na base pirata, a porta da cela de Dookan se destrancou, e o Sith, ao recuperar seu sabre de luz, deixou o planeta Florrum.[34]

O teste do Desfolhador Editar

Dookan observou o teste do General Lok Durd sobre sua nova arma—o Desfolhador—no mundo Maridun. Após o sucesso inicial da arma testada na grama e em dois droides de batalha, Dookan pediu ao General para testar a arma em alvos vivos. Durd assegurou-lhe que o testaria nos colonos Lurmen. No entanto, ele foi mais tarde derrotado por Anakin, Ahsoka e Aayla Secura.[35]

Ocupação de RylothEditar

Durante o início inicial do retorno da República a Ryloth, Dookan garantiu a Tambor que as forças da República estavam dispersas em seu setor e que seria um suicídio para eles continuar com um ataque.[36] Depois que a República furou o bloqueio Separatista e desembarcou na capital Lessu—tomando-a de Tambor—Dookan foi informado pelo TA-175 do lamentável trabalho de seu chefe em proteger o investimento dos Separatistas em Ryloth. Embora Tambor alegasse que o droide tático estava exagerando, Dookan o alertou que ele não era páreo para Mace Windu que liderava a campanha da República. Dookan então ordenou que Tambor evacuasse com quais objetos de valor ele tinha e destruísse o que restava, afirmando que as ruínas carbonizadas de Ryloth demonstrariam à galáxia o custo de uma "vitória" da República. Mais tarde, Dookan entrou em contato novamente com Tambor, chocado por não ter saído ainda, que então ordenou que o Separatista saísse antes que Mace e a República chegassem. Ele então deu ordens TA-175 para bombardear a capital depois que deixassem o lugar. Depois que a República chegou e capturou Tambor, Dookan ordenou que o TA-175 bombardeasse a capital, mas Anakin Skywalker impediu o ataque dos bombardeiros Separatistas.[37]

Negociação com o Olho da MorteEditar

VizslaArmy

Dookan conspirando com o Olho da Morte.

Após a Ocupação de Ryloth, Dookan apoiou secretamente o movimento Olho da Morte em Mandalore. Ele conversou com seu líder, o Governador Pre Vizsla de Concordia, sobre a investigação do Conselho Jedi em Mandalore. Dookan garantiu que, se a República enviar uma força de ocupação para o planeta, o povo se rebelará e se juntará ao Olho da Morte.[38] Ele mandou Vizsla enviar um de seus assassinos para Coruscant para eliminar a Duquesa Satine Kryze que iria falar ao Senado contra a ocupação da República em Mandalore. Satine conseguiu convencer o Senado e impediu os planos do Olho da Morte de usarem apoio popular contra o governo da Duquesa. Dookan avisou Vizsla que, sem suas forças e apoio popular, o Olho da Morte só teria o planeta por um dia no máximo. O Lorde Sith então garantiu a ele que ele tinha outras maneiras de alcançar seus objetivos.[39]

Seguindo estes eventos, Dookan traiu o Olho da Morte.[40] Vizsla foi deixado com uma cicatriz de sabre de luz no rosto como "presente de despedida" de Dookan. Ele conseguiu escapar e jurou vingança contra o Lorde Sith.[41]

Continuando com a guerraEditar

SaamCardDoddAndHoloDooku-TCWS03E10

Dookan conspirando com Senadores da República a desregulamentação de bancos.

Dookan então tentou coagir Pantora, uma lua de Orto Plutonia para se juntar aos Separatistas, enviando a Federação de Comércio para bloquear o planeta. No entanto, Ahsoka Tano e a Senadora Riyo Chuchi conseguiram quebrar o bloqueio da Federação.[42]

Mais tarde, Mina Bonteri sugeriu uma iniciativa ao Senado Separatista, e Dookan deu a permissão para que fossem feitos os votos. O "sim" para a paz ganhou e ele enviou um tratado ao Senado Galáctico da República. No entanto, secretamente o Conde mandou o General Grievous atacar Coruscant com seus droides. Isto causou uma descrença entre os Senadores da República em relação ao pedido de paz dos Separatistas e, por fim, Dookan enviou uma mensagem dizendo que a República havia matado a própria patrocinadora da iniciativa de paz, Mina Bonteri. Isto causou a República a desregulamentar os bancos e pedir mais tropas para continuar a guerra.[43][44]

A "demissão" de VentressEditar

"Seria terrível pensar que você está treinando sua própria aprendiz para me destruir."
"Jamais! Sou fiel ao senhor e somente ao senhor."
"Então você deve provar. Elimine-a."
―Darth Sidious ordenando Darth Tyranus a matar Ventress[fonte]
VentressDooku-COD

Darth Tyranus com Ventress.

Durante a Batalha de Sullust, Dookan foi contatado por Darth Sidious para falarem sobre sua assassina, Ventress, e como ela estava se tornando poderosa. Sidious acreditava que Dookan estava treinando sua própria aprendiz Sith e acreditava que ele planejava substituí-lo. Dookan garantiu a Sidious que sua lealdade era só com ele, e que Ventress não passava de uma assassina com domínio do lado sombrio. Para provar sua lealdade, o Conde foi ordenado a eliminá-la. Tyranus tentou convencer Sidious a não fazer isso, mas ele foi forçado eventualmente. Dookan então contatou Ventress em Sullust, informando-a que seus serviços não eram necessários, e que ela havia falhado com ele pela última vez. Ele então contatou o droide tático TJ-912, a bordo de seu Destróier, e ordenou que ele destruísse Ventress a bordo da nave capitânia. TJ-912 cumpriu as ordens de Dookan e informou que ela estava morta. Dookan ordenou que o TJ-912 se retirasse. Dookan então informou a Darth Sidious que Ventress havia sido destruída, provando sua lealdade ao seu mestre.[25]

Dookan foi atacado por Ventress e suas Irmãs da Noite, disfarçadas como Jedi em seu palácio em Serenno. Embora seus sentidos ficassem entorpecidos por um veneno usado pelas bruxas, Dookan foi capaz de combatê-los com seus relâmpagos da Força. A tentativa de tirar sua vida falhou, mas Dookan nunca descobriu a identidade de seus atacantes, e ainda pensava que Ventress estava morta. Ele foi então contatado por Mãe Talzin, que estava ciente da perda de sua capaz assassina, que foi anteriormente uma Irmã da Noite. Ela então ofereceu a Dookan um macho de seu planeta para substituí-la, e o Conde aceitou a oferta.[25]

Negociando com as Irmãs da NoiteEditar

"Você já deve ter ouvido falar do guerreiro Sith Darth Maul, não é verdade?"
"Sim, ele foi assassinado em Naboo pelas mãos de Obi-Wan Kenobi."
"Ainda restaram alguns homens de sua linhagem. Guerreiros que habitam a parte distante de Dathomir. E se eu puder fornecer um outro exatamente como ele?"
―Dookan e Mãe Talzin discutem sobre Maul[fonte]

Dookan então viajou para Dathomir para falar com Talzin sobre o novo assassino. Ele propôs uma aliança entre seus Separatistas e suas Irmãs da Noite. A Mãe recusou sua oferta generosa, e então perguntou a Dookan se conhecia o guerreiro Sith Darth Maul. Dookan lembrou que ele foi morto há 10 anos em Naboo por Obi-Wan Kenobi. Talzin logo ofereceu um de seus Irmãos da Noite da mesma vila de Maul, como seu novo assassino. Dookan, temendo outro ataque contra sua vida, concordou com sua oferta e foi embora.[19]

O irmão de Darth Maul Editar

"Prevejo que realizaremos grandes feitos juntos. Eu ensinarei a você o caminho do lado sombrio. E em breve, seus poderes serão equivalentes ao do grande Lorde Sith Darth Maul. Nós seremos até mais poderosos do que o Lorde Sidious. Nós governaremos juntos a Galáxia, meu aprendiz."
―Dookan, para Savage Opress[fonte]
OpressTheConqueror-Devaron

Savage Opress em Serenno, onde foi treinado por Dookan.

Dookan recebeu então o Irmão da Noite, Savage Opress, por Talzin em Serenno. Dookan ficou impressionado com a visão do Opress e como Talzin o descreveu como o mais feroz de sua espécie, assegurando-lhe que ele serviria bem ao Conde. Dookan então enviou Opress em uma missão para garantir o posto avançado da República em Devaron. Mais tarde, ele foi informado por Opress do sucesso de sua missão. O Conde então disse a Savage sobre como eles fariam grandes coisas, seriam mais poderosos que Darth Sidious e Darth Maul e governariam a galáxia juntos.[19]

Dookan treinou Savage no combate com sabre de luz e nos poderes do lado sombrio. Dookan chegou até a torturar Opress com seus relâmpagos da Força para incentivá-lo a usar seu ódio. Após o primeiro treino, ele enviou o aprendiz em uma missão para Toydaria. Dookan disse a ele para trazer o Rei Katuunko vivo. No entanto, Opress falhou com Dookan quando ele matou o Rei e o levou a bordo de sua nave. O Sith então o puniu com seu relâmpago quando Asajj Ventress revelou-se viva e o verdadeiro mestre de Opress, implantando-o em Dookan para matá-lo juntos. Os dois então lutaram contra Tyranus, mas foram incapazes de derrotá-lo. Opress, ao entrar em raiva por não ser forte o suficiente para derrotá-lo, sufocou Dookan e Ventress ao mesmo tempo e depois tentou matar ambos. Os dois escaparam e começaram um confronto um contra o outro, com o Conde saindo vencedor. Quando ele estava prestes a matar Ventress, a assassina conseguiu cegá-lo temporariamente e conseguiu escapar. Dookan então ordenou que seus droides de batalha matassem Opress, mas eles não conseguiram impedi-lo de fugir também.[15]

A Cidadela Editar

Após prenderem o Mestre Jedi Even Piell, Dookan contatou o diretor da Cidadela, Comandante Osi Sobeck, sobre as informações do membro do Conselho Jedi tinha sobre a rota Nexus.[45] Ao descobrir que o Comandante não tinha nada, Dookan o repreendeu mas deu outra chance para Sobeck de obter as informações de seus prisioneiros. Eventualmente, um esquadrão de resgate conseguiu tirar Piell e seus homens capturados da Cidadela, com Sobeck morrendo no processo.[46]

Batalha de Mon Cala Editar

Durante a Batalha de Mon Cala, o Conde Dookan apoiou os Quarren em sua guerra civil contra os Mon Calamari. O Rei de Mon Calamari, Yos Kolina, havia sido assassinado―secretamente a mando de Dookan―levando os Quarren liderados pelo Chefe Nossor Ri contestaram a reivindicação de seu filho, o Príncipe Lee-Char, ao trono. Dookan enviou o Comandante Riff Tamson como observador Separatista dos Quarren em Mon Cala. Dookan teve certeza de que o Chefe Nossor Ri e seus Quarren estavam com eles. Em troca de apoiar a causa separatista, Dookan prometeu o regência de Mon Cala a Tamson. Sob as ordens de Dookan, os moradores Mon Calamari da cidade de Mon Cala foram escravizados.[47]

Depois que Mon Calamari e a República receberam reforços Gungan de Naboo, Dookan enviou reforços para Tamson, mas ordenou que ele os mantivesse em reserva. Dookan também ordenou que ele continuasse a caçar o Príncipe Lee-Char e lembrou Nossor Ri que os Quarren tinham que apoiar o esforço de guerra se quisessem apoio separatista. [48] [49] Tamson também recebeu reforços Karkarodon de seu mundo natal, Karkaris, para garantir que os Separatistas mantivessem o planeta. Apesar dos melhores esforços de Dookan, seus planos para conquistar Mon Cala entraram em colapso depois que os Quarren mudaram de lado ao saber que Tamson planejava se coroar como o novo governante de Mon Cala. Juntos, os Quarren, Mon Calamari, República, Jedi e Gungans conseguiram expulsar o Separatista de Mon Cala.[49]

Negociando em Naboo Editar

"Os Sith controlam tudo. Você é que não sabe!"
―Dookan para Anakin Skywalker, sobre sua presença na Invasão de Naboo[fonte]
DookuEnjoysHisJob-SW

Dookan capturando Anakin com seus MagnaGuardas.

Dookan então formou uma aliança com o sacerdote Gungan Rish Loo, para provocar uma guerra entre os Naboo e os Gungans. Dookan prometeu a Rish Loo que ele seria o mais influente em sua nova ordem. No entanto, os planos de Rish Loo foram comprometidos pelo Cavaleiro Jedi Anakin Skywalker, a Senadora Amidala, e o Representante Binks, que libertou o Chefe Lyonie do controle mental de Rish Loo. Grievous, que tinha sido enviado para ajudar os Gungans contra os Naboo―e que ainda não sabia da derrota de Rish―foi capturado pelo exército Gungan em um golpe surpresa. Dookan informou seu mestre da captura do General Grievous e foi ordenado por Sidious a capturar Skywalker e trocá-lo por Grievous. Dookan mandou Rish Loo atrair Anakin para o laboratório. Uma vez lá, Dookan matou Rish Loo, afirmando que ele era um tolo, e quando questionado do porque atacar Naboo, o Conde respondeu a Skywalker que foi naquele planeta que tudo começou, durante a Invasão de Naboo. Dookan então mandou seus MagnaGuardas lutarem contra Anakin, acabando por subjugá-lo. Logo, ele contatou Padmé, oferecendo a troca de Skywalker pelo General Grievous. Apesar de inicialmente recusar, Padmé concordou com isso quando os MagnaGuardas de Dookan começaram a torturar Anakin. A troca então ocorreu sem nenhum conflito.[50]

Negociando com escravagistas Editar

"Vejo que a Rainha deixa você muito solto."
―Dookan para Anakin Skywalker[fonte]

Dookan então acompanhou o escravagista Ziggeriano, Comandante Darts D'Nar, e suas forças quando eles foram "ocupar" a colônia de Kiros em Togruta. Dookan convenceu o Governador Roshti a ser levado para um "lugar seguro". O que o Governador não sabia era que os Separatistas estavam planejando escravizar todos os Togrutas enviando-os para Miraj Scintel. Após o planeta ficar vazio de Togrutas, o Primeiro-Ministro Ziggeriano Atai Molec entrou em contato com Dookan―que já havia partido―e Darts D'Nar, que negociava com o General Kenobi.[51] Dookan então ordenou que D'Nar levasse Kenobi a ele de joelhos. Mais tarde, o Conde descobriu que a Rainha Miraj estava com Kenobi, Rex e Ahsoka como escravos, e Anakin como seu guarda pessoal. Ele então foi até o planeta para ordenar que a Rainha matasse Skywalker.[52]

Burst of Lightning AtG

Dookan derrota Anakin com seus relâmpagos da Força.

Quando a Rainha se recusou a obedecer Dookan e tentou atacá-lo, o Lorde Sith foi capaz de derrotá-la facilmente, enforcando-a com a Força. Antes que pudesse matá-la, Anakin Skywalker apareceu para defendê-la. Dookan o derrotou com seus relâmpagos da Força e, quando os guardas da Rainha entraram na sala, ele culpou Skywalker por tê-la matado. Anakin pegou a Rainha desmaiada e a levou para fora da sala pela janela, onde foi resgatado por Ahsoka. Mais tarde os Togrutas foram resgatados, frustando os planos de Tyranus e Sidious de retomar um império escravagista na Galáxia.[53]

Mais tarde, durante uma negociação de paz entre os Separatistas e a República no mundo neutro de Mandalore, Lux Bonteri acusou Dookan de ter matado sua mãe, Mina Bonteri. O jovem foi levado até uma nave onde Dookan conversou com ele por holograma, mandando seus droides assassiná-lo. Lux acabou sendo salvo por Ahsoka Tano, que descobriu que ele e o Olho da Morte tramavam matar Dookan. O relacionamento de Lux e o Olho da Morte, no entanto, acabou quando eles descobriram que Ahsoka era uma Jedi, forçando ela e o jovem Bonteri a deixarem o grupo terrorista.[41]

Plano de sequestro Editar

Dookan contratou o Caçador de Recompensas Moralo Eval para ajudá-lo a selecionar um grupo de outros Caçadores de Recompensas capazes para uma missão de sequestro ao Supremo Chanceler Palpatine. Os planos de Dookan chegaram aos ouvidos da República, que começaram a suspeitar que o sequestro poderia ocorrer no Festival da Luz em Naboo, onde o Chanceler faria uma apresentação e se recusava a abandonar tais compromissos. Eval trouxe a Dookan onze Caçadores de Recompensas, incluindo Rako Hardeen, que havia supostamente matado Obi-Wan Kenobi com um tiro à distância recentemente. Eval os testou na sua Caixa e apenas cinco sobreviveram, incluindo Hardeen. A liderança do time então passou a Cad Bane, que se destacou entre os demais, para que ele formasse um plano para sequestrar Palpatine.[54]

Theed banquet hall

Dookan orquestrou o sequestro para que, após ele falhar, pudesse capturar Palpatine sem nenhuma interferência dos Jedi a não ser Skywalker.

Em Naboo durante o Festival da Luz, Dookan pediu a Bane ficar de olho em Hardeen, e o mesmo disse que ficaria de olho em todos os membros. O sequestro deu relativamente certo, com a República prendendo dois dos Caçadores de Recompensas, mas não conseguindo impedir Bane e Eval de levarem o Chanceler ao ponto de encontro. Dookan no entanto, nunca apareceu, já que seu plano na realidade nunca foi ajudar os caçadores, mas sim fazer todos acreditarem nisso, assim quando os Jedi detiveram os sequestradores―e com Hardeen se revelando ser Obi-Wan Kenobi disfarçado―a guarda do Chanceler foi passada apenas para Skywalker. Sabendo que seria mais fácil sequestrar Palpatine se ele tivesse apenas a atenção de Anakin, Dookan foi atrás deles e conseguiu levá-lo a sua nave, mas Obi-Wan conseguiu pular até ela e tirar Palpatine de lá. O Conde parabenizou Kenobi por suas habilidades, enquanto zombava a de Skywalker.[55]

Exterminando as Irmãs da Noite Editar

"Finalmente chegou a hora de nos vingarmos de Asajj Ventress e da bruxa, Mãe Talzin. Eu soube que Ventress voltou para Dathomir. Vá até lá e acabe com aquelas bruxas."
―Dookan, para General Grievous[fonte]
Epguide419

Mãe Talzin torturou Dookan com magia para que ele cancelasse o ataque a Dathomir.

Lembrando de sua traição com Savage Opress, Dookan, a mando de Darth Sidious, despachou o General Grievous para acabar com a Mãe Talzin, Ventress e as Irmãs da Noite em Dathomir. No entanto, Dookan foi torturado por Talzin através de sua magia, exigindo que ele cancelasse o ataque de Grievous e seu exército. Dookan contatou Grievous, ordenando que ele encontrasse Talzin antes que ela o matasse, sendo salvo pelo General quando ele aparentemente "matou" Talzin em uma câmara secreta da vila das Irmãs da Noite.[7]

Seguindo o massacre, Dookan falou a Grievous sobre Savage Opress. Ele temia que com a morte de Mãe Talzin, Savage se tornaria incontrolável e um perigo a ele e Sidious. Dookan também sentiu algo a mais chegando.[22]

Rebelião de Onderon Editar

Dookan então apoiou Sanjay Rash enquanto usurpava o trono de Onderon do antigo Rei Ramsis Dendup. Após os relatos de Rash sobre um grupo rebelde, Dookan enviou o super droide General Kalani, para assumir o comando das forças Separatistas em Onderon e ajudar o Rei usurpador.[56] Porém, seguindo as vitórias rebeldes, Kalani admitiu que derrotá-los levaria tempo, que Dookan não tinha. Ele então ordenou que o General matasse Rash e trouxesse suas tropas Separatistas de volta.[57]

Vingança contra Florrum Editar

Ainda tendo pendências para acertar com Hondo Ohnaka por mantê-lo em cativeiro no passado, Dookan enviou o General Grievous a Florrum para tomar e destruir todas as posses de Ohnaka. Ele então mandou Grievous levar Hondo para uma cela de prisão. Eventualmente, ele foi solto por Ahsoka e um grupo de Jedi iniciados. Hondo sobreviveu ao ataque, mas grande parte de sua base que foi deixada em ruínas.[58]

Ordem 66 revelada Editar

Trench presents Tup

Trench avisando a Dookan sobre o clone defeituoso.

Mais tarde, Dookan foi contatado pelo Almirante Trench e, através do ataque Republicano a Trench em Ringo Vinda, ele informou Dookan como um dos clones havia assassinado seu General Jedi em um estado de transe. Dookan informou seu mestre que a Ordem 66 poderia ser exposta se houvesse um clone defeituoso. Sob ordens de Sidious, ele sequestrou o clone com intuito de examiná-lo. Depois que o Almirante conseguiu fazê-lo, Dookan o aplaudiu e ordenou que ele enviasse o clone até ele.[24]

No entanto, Anakin Skywalker, Fives e Rex conseguiram recuperar o clone e levá-lo a Kamino para análises. Lama Su contatou Tyranus após ter o clone em sua posse, afirmando dos perigos de os Jedi descobrirem sobre a Ordem 66, e o Sith afirmou que já sabia da situação. Dookan então mandou ele tirar o chip inibidor do clone e sacrificá-lo.[59] O clone Fives no entanto, conseguiu tirar o chip antes dos Kaminoanos, roubando-o para investigar por conta própria e, eventualmente, tirando o próprio chip inibidor, sem saber o que ele fazia exatamente.[60] Eventualmente, Sidious conseguiu recuperar e destruir os chips e levar Fives a sua morte.[61]

Recrutando Clovis Editar

"Nós já conseguimos o que queríamos. É hora de nos retirarmos."
"Mas senhor, nossas forças ainda estão engajadas na batalha na supercície."
"Deixe-as."
―Dookan e Kraken antes de deixarem Scipio, por já ter praticamente conseguido o Clã Bancário para Palpatine[fonte]

Algum tempo depois, Dookan foi contatado por Sidious e recebeu ordens de seu mestre para recrutar novamente o Senador Rush Clovis e nomeá-lo como o novo chefe do Clã Bancário. Dookan então o contatou através do dróide médico que o tratava. Ele se ofereceu para pagar os juros da Confederação em seus empréstimos, bem como fornecer detalhes de Clovis sobre as contas secretas dos Muuns corruptos que controlavam o Clã Bancário, e ainda o prometeu a ajudá-lo a se tornar chefe do Clã.[62]

Dookan Clovis e Padmé

Dookan conta a Padmé sobre o acordo entre ele e Clovis, que na verdade era uma chantagem do Conde em cima do ex-Senador.

Depois que Clovis assumiu sua posição em Scipio, Dookan entrou em contato com ele para parabenizar sua nomeação. Ele então anunciou que desejava receber seu "investimento" ou ele revelaria a verdade por trás da nomeação de Clovis―que ele foi ajudado por um Separatista a chegar naquela posição. Ele também disse que a Confederação não pagaria seus empréstimos se Clovis não cooperasse, o que levaria o Clã Bancário a falência. Dookan forçou o ex-Senador a aumentar as taxas de juros da República para manter o banco vivo. Mais tarde, o Conde foi pessoalmente a Scipio, acompanhado pela frota da Confederação, e ordenou que seu droide tático, Comandante Kraken, iniciasse a invasão no planeta, fazendo a República acreditar que Clovis os traiu ficando do lado dos Separatistas na guerra. Chegando ao escritório de Clovis, ele encontrou a Senadora Amidala e a informou do acordo que fez com Clovis. Dookan ordenou sua prisão, mas Bec Lawise, líder do Congresso Separatista, disse que seu Senado Separatista não aprovaria isso. Dookan então forçou Amidala a atirar em Lawise com a Força.[63]

Dookan foi então informado por Sidious que a frota da República chegaria em breve. Logo depois, as naves da República, lideradas por Anakin Skywalker, começaram a atacar a frota de Kraken. Chegando a bordo do cruzador de Kraken, Dookan ordenou que o Comandante retirasse suas forças de Scipio. Kraken protestou e afirmou que ainda havia forças droides no planeta. Dookan descartou as preocupações de Kraken e ordenou que o droide se retirasse mesmo assim. Kraken obedeceu e recuou junto com a frota confederada, abandonando as forças droides no planeta. Esta batalha resultou na morte de Clovis, e fez o Clã Bancário ficar sob controle do Chanceler Palpatine, sendo indiretamente, este o objetivo de ambos os Sith desde o início.[63]

Tyranus revelado Editar

"Eu lhe contei tudo que precisava saber em Geonosis há muitos anos, Kenobi. Você devia ter se juntado a mim. Zaifo-Vias entendeu. Ele viu o futuro. Foi por isso que ele me ajudou."
―Dookan, para Obi-Wan Kenobi[fonte]
Dookan confrontado

Dookan foi confrontado por Anakin e Obi-Wan, onde foi revelado ser Darth Tyranus, responsável pela criação do exército clone.

Dookan foi informado por Sidious que os Jedi descobriram um segredo que ele não conseguiu esconder―eles estavam investigando Zaifo-Vias. Dookan recebeu ordens de seu mestre para ir a Oba Diah e resolver isso. Ele logo descobriu que os Pykes mantiveram Silman, o assessor de do ex-Chanceler Finis Valorum, que acompanhou Zaifo-Vias antes dele ser morto. Dookan foi então a Oba Diah para eliminar essa ponta solta, matando Silman. No entanto, ele foi confrontado por Kenobi e Skywalker. Ele lutou contra eles antes de ser cercado por Lom Pyke e seus homens, que revelaram que ele era Darth Tyranus. Quando questionado por Kenobi sobre sua identidade, o Conde revelou que disse a verdade para Kenobi em Geonosis anos atrás, sobre o Lorde Sith. Tyranus então matou Lom Pyke e escapou.[23]

Ritual sombrio Editar

Dark side ritual

Dookan e Sidious realizaram o ritual sombrio na tentativa de quebrar Yoda.

Dookan foi informado por Kraken que o Lorde Sidious exigia sua presença em Coruscant. Chegando no distrito industrial, ele foi recebido pelo seu mestre, que o levou à câmara cerimonial da torre. Tanto ele como Lorde Sidious sentiram que Yoda estava no mundo dos Sith, em Moraband, por algum motivo desconhecido. Dookan então permitiu que Sidious usasse seu sangue para criar uma ilusão para Yoda, porque ele era seu antigo mestre e ainda possuíam uma conexão. No ritual, Dookan e Sidious foram confrontados por Yoda, Anakin Skywalker, Capitão Rex e um esquadrão de soldados clones que foram encarregados de eliminar os Sith. Dookan atacou os clones com um relâmpago da Força e duelou com Skywalker, onde acabou sendo morto. No final do ritual, eles fracassaram em quebrar Yoda e sabiam que precisavam de mais tempo para derrotar ele e os Jedi.

Procurando por Maul Editar

Dookan ajudou seu mestre a interrogar seu ex-aprendiz, Maul, enquanto ele estava preso em Spire em Stygeon Prime. No entanto, ele escapou com seus aliados Mandalorianos para Zanbar. Dookan então despachou o General Grievous e Tey-Zuka para atacar e quebrar Maul e suas forças. Ele então contatou Grievous depois que as forças do ex-Sith recuaram, esperando que esse ataque atraísse Talzin.[64]

Dookan, acompanhado por um par de MagnaGuarduas, foi a Ord Mantell para capturar Maul e nivelar a cidade. Dookan foi então confrontado pelo Irmão Viscus e os Irmãos da Noite. Dookan foi facilmente capaz de derrotar Viscus e seus homens, no entanto, foi cercado pelas forças de Maul antes que ele tivesse a chance de matar Viscus, sendo levado a bordo da nave do ex-Sith.[65]

SonOfDathomir3

Darth Tynarus capturado por seu antecessor, Darth Maul.

Dookan recebeu um acordo de Maul; abandonar Lorde Sidious e servi-lo, mas o Conde recusou, sabendo que Sidious era mais poderoso do que eles imaginavam. Maul disse a ele que, junto com Talzin, eles seriam a ruína do Lorde Sith. Dookan então falou com Talzin, avisando que trair Sidious seria uma loucura. A Mãe disse que Darth Sidious estava pronto para substituí-lo por um novo aprendiz, e então revelou a ele como o Lorde Sith prometeu fazê-la sua mão direita, mas a traiu quando ele levou Maul consigo, revelando também que ele era seu filho. Quando as forças da República embarcaram em sua nave, Dookan decidiu ajudar Maul a matar os Jedi, mas não antes de libertar secretamente Grievous. Juntos, eles lutaram contra os Generais Jedi, Mace Windu, Aayla Secura, Obi-Wan Kenobi e Tiplee. No meio da luta, o Conde Tiplee e depois escapou com Maul e os Comandantes Saxon e Kast em direção a Dathomir.[66]

Chegando lá, ele foi levado para uma câmara na vila dos Irmãos da Noite para ter sua força vital retirada dele e permitir que Talzin recuperasse sua forma. Dookan foi possuído por Talzin quando Grievous e Sidious chegaram. No entanto, ela não era páreo para a habilidade do Lorde Sith enquanto estava dentro do corpo de Dookan. Ele foi libertado quando Talzin deixou seu corpo assumindo uma forma própria. Tyranus então ajudou seu mestre na luta contra Talzin até Grievous a matar. Apesar da fuga de Maul, Sidious garantiu a Dookan que seu futuro era certo.[67]

A missão de Vos Editar

"Vos é um Lorde Sombrio, como eu sou, e ele sabe que não deve se voltar contra sua espécie."
―Dookan, para Asajj Ventress[fonte]

Durante os últimos dias das Guerras Clônicas, o Conde Dookan comandou um ataque ao planeta Mahranee, o que levou ao genocídio dos Mahran. O ataque de Dookan foi testemunhado pelo Conselho Jedi de Coruscant por um holograma, que por sugestão do Mestre Obi-Wan elaborou um plano incomum que envolvia uma parceria do Jedi Quinlan Vos com a caçadora de recompensas Asajj Ventress para matarem o Sith e acabar com as Guerras Clônicas. Depois de fazer parceria com Ventress fingindo ser um caçador de recompensas, Vos finalmente revelou sua verdadeira identidade a ela. Buscando vingança contra Dookan por suas ações contra ela e seu povo, Ventress concordou em ajudá-lo treinando-o nos caminhos do lado sombrio.[16]

Depois que Vos completou seu treinamento, Ventress recebeu uma notícia do contato Separatista Sumdin que Dookan iria visitar Raxus, onde ele deveria receber o Prêmio Humanitário Raxiano por seus serviços à Confederação. Para essa viagem, Dookan foi acompanhado por seu comandante militar, General Grievous. Antes de receber o prêmio, Dookan fez um discurso patriótico para uma grande multidão defendendo a causa Separatista e atacando a República e os Jedi. Durante o banquete público, Asajj aproveitou a oportunidade para se encontrar com seu antigo mestre e desafiá-lo a um duelo no mirante próximo. Dookan concordou, mas secretamente contatou Grievous para reforços. No entanto, Vos antecipou isso e conseguiu trancar Grievous em uma sala. Durante a luta, o Lorde Sith subjugou os dois, e quando Grievous conseguiu se soltar, ambos capturaram Vos com Ventress fugindo.[16]

O Jedi foi torturado por dias, privado de sono e pouco alimentado em seu cativeiro, além das torturas físicas e mentais que o Sith infligia nele. Dookan eventualmente revelou a Vos que Asajj havia matado seu antigo mestre, Tholme, mesmo contra suas ordens, no início das Guerras Clônicas. Isso fez com que Vos caísse de vez ao lado sombrio e ficasse ao lado de Dookan contra Ventress, que tentou resgatá-lo apenas para ser atacada por seu antigo parceiro.[16]

À partir daí, Dookan usou a mídia Separatista para disseminar Vos como sendo um misterioso "Almirante Enigma". Isso atraiu a atenção do Conselho Jedi novamente, que elaborou novos planos para resgatar Vos. Com a ajuda de Ventress, Obi-Wan Kenobi e Anakin Skywalker se infiltraram no cruzador de Dookan e seguiram para a ponte, na esperança de encontrar o "Almirante Enigma". Em vez disso, eles encontraram o próprio Conde. Enquanto Skywalker duelava com ele, Ventress e Kenobi conseguiram "resgatar" Vos de sua cela. No entanto, Vos e Dookan haviam antecipado o resgate e providenciado para que Vos fingisse estar em estado de emaciação, e que o "Almirante Enigma" na verdade fosse uma mentira Separatista, e que o Jedi nunca tinha caído para o lado sombrio. Enquanto Ventress percebia que Vos ainda estava com o lado sombrio, seus colegas Jedi deram as boas-vindas a ele de volta a Ordem.[16]

Com Vos dentro da Ordem, Dookan teve um espião infiltrado, que lhe passava informações confidenciais. Eventualmente os Jedi mandaram Vos novamente em uma missão para matar Dookan. Para surpresa do Sith, Vos realmente tentou matá-lo, superando-o em combate e exigindo ver o Lorde Sith Darth Sidious para matá-lo pessoalmente. Ao fazer um acordo com Dookan para ambos se ajudarem, Vos, o Conde, e Asajj caíram em Christophsis após um ataque do cruzador de Kenobi, que sabia da traição de Vos e Ventress. O trio conseguiu contato com Sidious, mas ficaram presos após a torre Separatista desmoronar em cima deles. Ao chegarem em um quarto seguro, e ficarem cercados pela República, Dookan matou Ventress, mas foi poupado por Vos, que não quis vingança, voltando ao lado da luz. O Conde foi preso mas conseguiu escapar depois que o reforço de Sidious chegou em Christophisis. Vos foi readmitido na Ordem Jedi de vez, e deu um funeral digno a sua parceira falecida.[16]

Morte Editar

"Seus sabres, por favor. Vamos poupar o Chanceler de uma cena desagradável."
―Dookan, para Obi-Wan e Anakin[fonte]
Dooku&#039;s head Flies off

Dookan é decapitado por Skywalker, surpreendentemente por ordem de Sidious.

Mais tarde, Dookan supervisionou o "sequestro" do Supremo Chanceler Palpatine―secretamente Darth Sidious―durante a batalha de Coruscant. Dookan manteve o Chanceler em cativeiro a bordo da capitânia do General Grievous, a Mão Invisível. Ele enfrentou Anakin Skywalker e Obi-Wan Kenobi em um breve, mas feroz duelo de sabres de luz quando eles vieram em socorro do Chanceler. Dookan derrotou Kenobi, que estava incapacitado e ficou inconsciente quando o Conde usou a Força para prendê-lo no chão com uma sacada de metal. No entanto, Dookan logo foi dominado por Skywalker, que, com um golpe de seu sabre de luz, cortou as duas mãos do Conde. Anakin então pegou o sabre de luz de Dookan no ar e cruzou-o com sua própria lâmina na garganta de Dookan. Sem saber como proceder, ele pensou em tomá-lo como prisioneiro e entregar a figura Separatista à República, até que o Chanceler Palpatine levou Skywalker a executar o Conde mutilado. Dookan ficou chocado com a ordem do Chanceler. Apesar de Dookan ser um prisioneiro desarmado, Skywalker juntou os dois sabres de luz, decapitando o líder da Confederação.[13]

Legado Editar

Depois de escapar da Mão Invisível para Utapau para se encontrar com o Conselho Separatista, Grievous relatou a morte de Dookan a Sidious, que afirmou ser uma perda necessária, prometendo ao General que logo ele teria um novo aprendiz mais jovem e poderoso. Skywalker substituiu Dookan no lado de Sidious depois que ele caiu para o lado sombrio e se tornou Darth Vader. Sidious emitiu então a destruição da Ordem Jedi.[13] Ainda antes do final das Guerras Clônicas, Maul reconheceu que ele e Dookan eram semelhantes, e que ambos foram manipulados por Sidious, que apenas queria Skywalker.[68]

Após o fim das Guerras Clônicas, o recém-criado Departamento de Segurança do Império Galáctico realizou expurgos de lealdade, durante os quais muito material de propaganda com Dookan foi destruído. No entanto, espécimes raros do pôster de trabalho em andamento de Ansibella Delu sobreviveram.[12]

Depois do fim da guerra, começaram a surgir especulações de que Dookan nunca havia deixado a Ordem Jedi, apesar de reivindicar o contrário. Esse boato reforçou a ideia de que os Jedi eram traidores da República desde antes do início da guerra, mas alguns, entre eles o Grand Moff Tarkin, continuavam céticos.[20] Sidious afirmou que Dookan era apenas uma marionete ocupando o lugar de Anakin como seu aprendiz até que Vader estivesse pronto.[69]

Cinquenta anos após a morte de Dookan, ocorreu uma caça ao tesouro conhecida como Corrida pelo Tesouro Perdido do Conde Dookan no Terminal Ponemah. Os participantes esperavam encontrar cristais kyber, mas ficaram surpresos ao descobrir que o tesouro era um soldado clone que havia sido mantido em cativeiro nos últimos 50 anos. O soldado, Kix, aprendeu a verdade sobre a Ordem 66 depois de ser confrontado por seu amigo Fives. Kix foi salvo pela tripulação pirata de Sidon Ithano e se juntou à ela.[70]

Personalidade e traços Editar

"E aí está. Dookan finalmente mostra suas verdadeiras cores. Dookan, a marionete. Dookan, o tolo de mente fraca."
―Obi-Wan Kenobi[fonte]
Boundless Ambition SWDA

Dookan era um líder carismático e ambicioso.

Dookan era um humano que tinha pele clara, olhos castanhos, cabelos brancos—anteriormente escuros—[6] e media 1,93 metros.[1] Ele era um apreciador de vinho e preferia a técnica à força bruta no combate ao sabre de luz.[16]

Dookan já foi um respeitado Jedi[71] e, durante a Crise Separatista, ele foi visto como um "idealista político" por seus ex-colegas.[6] Durante seu tempo na Ordem, Dookan se irritou com o desdém dos Jedi por tecnologia.[17]

No entanto, Dookan ficou cada vez mais desiludido com a corrupção do Senado Galáctico e a arrogância e aparente complacência da Ordem Jedi, acabando por desejar a queda de ambas as instituições que ele servira.[71] Em sua sede por maior poder, Dookan se afastou da luz e finalmente se juntou ao lado sombrio da Força. Como um Lorde Sith, Darth Tyranus era um estadista ameaçador, inteligente, poderoso, manipulador, arrogante e imoral, mas carismático cujos métodos incluíam tortura,[50] assassinato,[6] e até genocídio.[16] Como a Ordem serviu a República, Dookan acreditava que os Jedi eram desonrados e não eram confiáveis.[1] Dookan também protestou contra o fracasso da República, levando numerosos sistemas à Confederação, mas seus verdadeiros motivos permaneceram ocultos. O Conde realmente sonhava em governar um novo Império Sith ao lado de Sidious.[17]

SecessionistMovement

Dookan era um líder carismático e liderou a Confederação nas Guerras Clônicas.

Ele também estava disposto a trair seus próprios seguidores e aliados, como Asajj Ventress e Pre Vizsla, embora mostrasse algum arrependimento por ter abandonado Ventress, irritando seu próprio mestre, Darth Sidious.[25] Dookan foi muito vingativo, como mostrado quando ordenou ataques devastadores contra a Mãe Talzin e Hondo Ohnaka por cruzarem seu caminho.[7] Dookan também era bastante destemido e estava disposto a se sacrificar em uma tentativa final de converter completamente seu último aprendiz, Quinlan Vos, para o lado sombrio, tentando Vos a matá-lo depois que ele feriu mortalmente a amante de Vos, Ventress.[16]

No momento de sua morte, Dookan estava em estado de descrença quando viu Sidious encorajar Anakin Skywalker a matar o Conde desarmado e derrotado. Por um momento fugaz, Dookan ganhou uma nova compreensão do que havia acontecido[71]—ele foi usado e traído por seu próprio mestre.[72]

Poderes e habilidadesEditar

"Poderoso se tornou, Dookan. O lado sombrio em você, eu sinto."
―Yoda para Conde Dookan, em seu duelo em Geonosis[fonte]
Dooku-BFII

Darth Tyranus tinha grande habilidade com a Força.

Dookan era um duelista de sabre de luz altamente habilidoso, mesmo em sua velhice. Durante seu tempo como Jedi, ele era conhecido como um dos melhores espadachins da Ordem; dizia-se que apenas Yoda era seu superior e que Mace Windu era seu único oponente digno. Em Geonosis, Dookan foi capaz de derrotar facilmente Obi-Wan Kenobi e Anakin Skywalker um após o outro, e depois lutar contra o próprio Yoda. Ele se mostrou capaz de competir com o Grão-Mestre, mas não conseguiu derrotá-lo e foi forçado a recuar. Ele frequentemente se mostrava igual e até superior a Anakin e Obi-Wan, mesmo quando suas habilidades aumentavam durante as Guerras Clônicas, duelando com Skywalker em várias ocasiões, geralmente terminando com a vitória do Conde ou com um impasse.

Dookan era um praticante da segunda forma de combate ao sabre de luz, Makashi. Makashi era uma raridade entre os Jedi na época das Guerras Clônicas; era um estilo projetado especificamente para o combate de sabre contra sabre e, como tal, era considerado obsoleto em uma época em que a maioria dos Jedi tinha maior probabilidade de enfrentar oponentes empunhando blaster. A raridade do estilo deu a Dookan uma vantagem ao se envolver em duelos com sabres de luz, já que poucos de seus inimigos foram treinados para se defenderem da forma. Makashi confiava na precisão, velocidade e economia de movimento, em vez de ataques amplos que caracterizavam estilos posteriores, e o sabre de luz de punho curvo de Dookan foi projetado especialmente para isso.

No entanto, apesar de seu domínio quase incomparável com as espadas e suas décadas de experiência, Dookan ainda estava vulnerável à maior fraqueza da Forma II; sua falta de poder cinético. Isso foi demonstrado durante vários de seus encontros com Anakin Skywalker, particularmente nos casos em que Anakin ficou significativamente irritado. Durante a tentativa de Dookan de sequestrar Palpatine em Naboo, o Conde ficou quase impressionado com os ataques brutalmente diretos do Djem So de Anakin, e conseguiu afastá-lo apenas através do uso da Força.

Count Dooku Darth Tyranus WotF

Dookan era um mestre na Forma II de combate de sabres.

Durante seu encontro final a bordo da Mão Invisível, Dookan sofreu o mesmo problema, mas o poder de Skywalker havia aumentado significativamente naquela época, sendo finalmente superado pelo Jedi.[13] O feroz jogo de sabres do jovem Jedi atingiu as defesas de Dookan, drenando suas reservas de energia da Força e deixando-o fisicamente exausto.[73]

Além de suas formidáveis habilidades com um sabre de luz, Dookan era imensamente poderoso e hábil no uso da Força. Ele demonstrou grande coragem e força no uso da telecinesia. Durante seus duelos com Ventress e sua fuga dos piratas de Hondo, ele demonstrou grande habilidade no uso de telecinesia em atos cada vez mais precisos, como desarmar Ventress enquanto também a levitava contra uma parede durante sua tentativa fracassada de matá-lo com Savage Oppress. Ele até foi capaz de manipular telecineticamente as habilidades motoras das pessoas, como quando ele enforcou com a Força Turk Falso e tirava seu blaster para atirar em seu camarada simultaneamente, e chegou a realizar um feito semelhante ao fazer Padmé Amidala mirar e atirar em Bec Lawise.[34][43]

Ele também era altamente habilidoso no uso do relâmpago da Força, usando-o como um meio de tortura e execução, e era capaz de usá-lo em conjunto com a telecinesia, geralmente para enviar uma pessoa voando com seu raio[6] ou até levitar seus oponentes enquanto usava seu relâmpago neles, como quando fez isso em Ventress e duas assassinas das Irmãs da Noite.[25]

Por fim, Dookan era extremamente habilidoso com o controle de feras, tendo afinidade com a maioria dos animais, diferente de seu amigo Zaifo-Vias. Dookan era tão poderoso nesta técnica que conseguiu controlar o lendário Tirra'Taka enquanto era torturado por seu irmão Ramil, apesar de eventualmente ter perdido o controle da poderosa criatura.[9]

Nos bastidoresEditar

"Ele é muito distante, muito independente, obviamente completamente destemido. Ele é extremamente inteligente, talvez mais do que quase qualquer outra pessoa. Ele é obviamente um homem de imenso poder. Não creio que a questão dos valores morais entre em sua cabeça. Ele não é imoral—ele é amoral. Moralidade é uma palavra que não aparece em seu vocabulário. É poder. O que é algo que existe muito em nosso mundo hoje."
―Os pensamentos de Sir Christopher Lee sobre Dookan[[fonte]]
Dookan foi interpretado por Sir Christopher Lee em Star Wars Episódio II: Ataque dos Clones e Star Wars Episódio III: A Vingança dos Sith. Kyle Rowling interpretou Dookan durante a maioria das sequências de sabres de luz do personagem, devido à incapacidade de Lee de interpretar essas cenas físicas por causa de sua idade. A cabeça de Rowling foi substituída digitalmente pela de Lee durante a pós-produção.[74]
Lee Lucas EP2 BTS

Sir Christopher Lee e George Lucas nas filmagens de Ataque dos Clones.

O personagem de Dookan passou por várias iterações de desenvolvimento durante o processo criativo de Ataque dos Clones; os artistas Iain McCaig e Dermot Power experimentaram vários projetos de uma Sith mulher, incluindo rainhas das sombras, guerreiras robóticas e bruxas vampíricas, bem como um conceito alienígena transmorfo que acabou evoluindo para Zam Wesell, até que George Lucas finalmente decidiu a ideia de uma batalha de um guerreiro Jedi caído que se separou da Ordem. Os desenhos finais do personagem pretendiam refletir a atmosfera ameaçadora transmitida pelo Grande Moff Wilhuff Tarkin, de Peter Cushing, em Star Wars Episódio IV: Uma Nova Esperança, um papel que Christopher Lee recusou na época.[75]

Lee reprisou seu papel como Dookan no filme Star Wars: The Clone Wars, enquanto Corey Burton o interpretou na série que se seguiu do lançamento do filme.

Origens do personagemEditar

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Arte conceitual de Dookan por Dermot Power.

O nome original de Dookan, "Dooku" foi baseado na palavra japonesa "doku", que significa veneno.[76] Nos idiomas galego e português, "do cu", pronunciado exatamente como em "Dooku", significa "da bunda". Por esse motivo, o nome de Dooku foi alterado para "Dookan" no Brasil.[77]

Tyranus—ou, mais propriamente, Tyrannos—é uma palavra grega antiga, usada originalmente para descrever alguém que governou uma cidade-estado depois de derrubar o governo preexistente. Era uma forma legítima de governo e o significado da palavra não era desfavorável, mas com o tempo, à medida que a democracia se desenvolveu, ganhou conotações negativas e passou a significar "opressor" ou "tirano".[78]

DiscrepânciasEditar

Age of Republic - Count Dooku 1, Master & Apprentice, e Dooku: Jedi Lost estabelecem que Dookan deixou os Jedi antes da morte de Qui-Gon Jinn.[18][9][10] No entanto, o livro-fonte da Fantasy Flight Games de 2019 Rise of the Separatists afirma que Dookan deixou a Ordem depois da morte de Qui-Gon Jinn.[21] Como Rise of the Separatists é apenas um livro de fonte para um jogo de interpretação de papéis, se assume que Count Dooku 1, Master & Apprentice, e Jedi Lost estão corretos.

Durante uma sessão de perguntas do The Clone Wars: The Lost Missions, Dave Filoni revelou que Darth Sidious tinha Dookan e Maul como aprendizes simultaneamente.[79] No entanto na biografia de Sidious no Databank, é dito que ele trouxe Dookan para os Sith após se tornar Supremo Chanceler,[80] o que ocorre durante os eventos de Star Wars Episódio I: A Ameaça Fantasma, onde Maul é dado como morto.[81] Este artigo então assume que Dookan se juntou a Sidious após a morte de Maul.

Aparições Editar

Aparições não-canônicasEditar

Fontes Editar

Predefinição:Soundcat

Notas e referências Editar

  1. 1,0 1,1 1,2 1,3 1,4 1,5 1,6 Encyclopedia-Logo Count Dooku na Encyclopedia
  2. De acordo com Star Wars: Absolutely Everything You Need to Know, Dookan tinha 80 anos durante a Batalha de Geonosis. Star Wars: Galactic Atlas coloca a Batalha de Geonosis em 22 ABY, deixando o ano de nascimento de Dookan em 102 ABY.
  3. Star Wars: Galactic Atlas
  4. Star Wars Adventures: Tales from Vader's Castle 2
  5. Star Wars Journeys: Beginnings
  6. 6,00 6,01 6,02 6,03 6,04 6,05 6,06 6,07 6,08 6,09 6,10 6,11 6,12 6,13 6,14 6,15 6,16 6,17 6,18 6,19 6,20 6,21 6,22 6,23 6,24 Star Wars Episódio II: Ataque dos Clones
  7. 7,0 7,1 7,2 7,3 TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "Massacre"
  8. 8,0 8,1 TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "Destiny"
  9. 9,00 9,01 9,02 9,03 9,04 9,05 9,06 9,07 9,08 9,09 9,10 9,11 9,12 9,13 9,14 9,15 9,16 9,17 9,18 9,19 9,20 9,21 9,22 9,23 9,24 9,25 9,26 9,27 Dooku: Jedi Lost
  10. 10,00 10,01 10,02 10,03 10,04 10,05 10,06 10,07 10,08 10,09 10,10 Master & Apprentice
  11. 11,0 11,1 Star Wars: Absolutely Everything You Need to Know
  12. 12,0 12,1 Star Wars Propaganda: A History of Persuasive Art in the Galaxy
  13. 13,0 13,1 13,2 13,3 13,4 13,5 13,6 13,7 13,8 13,9 Star Wars Episódio III: A Vingança dos Sith
  14. 14,0 14,1 14,2 TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "Cloak of Darkness"
  15. 15,0 15,1 TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "Witches of the Mist"
  16. 16,0 16,1 16,2 16,3 16,4 16,5 16,6 16,7 16,8 Dark Disciple
  17. 17,0 17,1 17,2 Star Wars: The Complete Visual Dictionary, New Edition
  18. 18,0 18,1 18,2 Age of Republic - Count Dooku 1
  19. 19,0 19,1 19,2 TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "Monster"
  20. 20,0 20,1 20,2 Tarkin
  21. 21,0 21,1 Rise of the Separatists
  22. 22,0 22,1 TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "Brothers"
  23. 23,0 23,1 TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "The Lost One"
  24. 24,0 24,1 TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "The Unknown"
  25. 25,0 25,1 25,2 25,3 25,4 TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "Nightsisters"
  26. 26,0 26,1 Filme Star Wars: The Clone Wars
  27. TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "Supply Lines"
  28. TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "Ambush"
  29. TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "Rising Malevolence"
  30. TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "Shadow of Malevolence"
  31. TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "Destroy Malevolence"
  32. TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "Lair of Grievous"
  33. TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "Dooku Captured"
  34. 34,0 34,1 TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "The Gungan General"
  35. TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "Defenders of Peace"
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  50. 50,0 50,1 TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "Shadow Warrior"
  51. TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "Kidnapped"
  52. TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "Slaves of the Republic"
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  54. TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "The Box"
  55. TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "Crisis on Naboo"
  56. TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "Front Runners"
  57. TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "Tipping Points"
  58. TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "A Necessary Bond"
  59. TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "Conspiracy"
  60. TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "Fugitive"
  61. TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "Orders"
  62. TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "The Rise of Clovis"
  63. 63,0 63,1 TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "Crisis at the Heart"
  64. Darth Maul—Son of Dathomir 1
  65. Darth Maul—Son of Dathomir 2
  66. Darth Maul—Son of Dathomir 3
  67. Darth Maul—Son of Dathomir 4
  68. TCW mini logo Star Wars: The Clone Wars – "The Phantom Apprentice"
  69. Darth Vader 20
  70. "The Crimson Corsair and the Lost Treasure of Count Dooku"
  71. 71,0 71,1 71,2 StarWars-DatabankII Count Dooku no Databank
  72. StarWars-DatabankII Count Dooku Biography Gallery no Databank
  73. Star Wars Character Encyclopedia: Updated and Expanded
  74. Episode II Cast and Crew
  75. Databank title Count Dooku no Databank (Em inglês) (Conteúdo agora obsoleta; links de backup 1 2 em Archive.org)
  76. Lord of Misrule: The Autobiography of Christopher Lee
  77. Reporting about Star Wars Episode III: Revenge of the Sith in Época magazine
  78. WP favicon Tyrant na Wikipédia
  79. SWicon The Lost Missions Q&A: Sifo Dyas and the Sith no StarWars.com (backup link no Archive.org)
  80. StarWars-DatabankII Darth Sidious Biography Gallery no Databank (Image 5 caption)
  81. 81,0 81,1 81,2 Star Wars Episódio I: A Ameaça Fantasma
  82. 82,0 82,1 Solo: A Star Wars Story The Official Guide
  83. Darth Maul 1
  84. Star Wars Episódio VI: O Retorno de Jedi
  85. Entertainment Weekly's Ultimate Guide to Rogue One
  86. 86,0 86,1 Star Wars: On the Front Lines
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