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Funeral de Han Solo foi o funeral do herói de guerra da Aliança pela Restauração da República e da Resistência Han Solo.[1]

Prelúdio Editar

Han Solo se juntou às forças de solo da Resistência durante a Batalha de Takodana. Após a descoberta da Base Starkiller, Han, Chewbacca e Finn foram até a base para tentar explodir os geradores de escudo da base. Durante a missão, Han foi morto por Kylo Ren.[1]

Funeral Editar

Após a chegada das forças na Base da Resistência no planeta D'Qar, Leia Organa e os demais soldados fizeram um funeral para todos os pilotos mortos na batalha aonde Leia disse o nome de todos e, posteriormente, se dirigiu próxima à uma grande arvore do local e disse:

- Han teria odiado esta cerimônia. Ele não tinha paciência para discursos e memoriais. E isso já era de se esperar para um homem alérgico a política e que suspeitava de qualquer coisa.
- Uma vez eu disse a Han que era cansativo assisti-lo fazer a coisa certa apenas depois de esgotar todas as alternativas. Mas, cedo ou tarde, ele sempre chegava lá. Pois Han odiava valentões, injustiça e crueldade. E, quando encarava essas coisas, ele não abaixava a cabeça. Não em sua juventude em Corellia, não orbitando Yavin, não em Endor e não na Base Starkiller.
- Han gostava de pensar que era um cafajeste, mas não era. Ele adorava liberdade. Para si mesmo, é claro, mas também para todas na galáxia. E sempre, em todas as situações, estava disposto a lutar por essa liberdade. Ele nunca quis saber das chances nessas lutas, pois sua mente já havia decidido que ele venceria. E sempre, em todas as situações, de algum jeito ele acabava vencendo.
- Han não quis saber das chances que tinha quando ele e Chewbacca voltaram para a Estrela da Morte em tempo de salvar meu irmão Luke; e a última esperança para nossa Aliança. Ele não quis saber das chances quando aceitou a patente de general para o ataque terrestre de Endor. Não quis que ninguém calculasse as chances quando lutou pela liberdade em Kashyyyk. E se recursou a pensar sobre elas quando viu uma brecha para voar através dos escudos da Primeira Ordem e se infiltrar na Base Starkiller.
- Muitos de vocês me ofereceram condolências, e agradeço por sua bondade. Mas agora peço que se concentrem mais uma vez na causa a que todos servimos.
- Nossas chances não são boas. A Nova República não tem mais liderança e a Primeira Ordem está marchando sobre nós. Não posso dizer quais são as nossas chances; e não quero saber. Pois nada pode me fazer mudar de idéia sobre o que devemos fazer agora.
- Precisamos voltar à luta. Precisamos fazer isso por que, assim como Han, nós acreditamos na justiça e na liberdade. E porque não vamos aceitar uma galáxia dominada pela crueldade. Lutaremos por essas ideais. Lutaremos uns pelos outros,e pelos laços sagrados que forjamos servindo lado a lado. E lutaremos por todos os povos da galáxia que querem lutar, mas não podem. Eles estão nos chamando, em terror e tristeza. E é nosso dever responder à esse chamado.
- Todos nós temos nossas tristezas. E nunca nos esqueceremos daquelas, ou daqueles que perdemos. Com o tempo, vamos honrá-los de modo mais adequado. Mas precisamos deixar nossa tristeza para depois da luta. Pois agora temos trabalho a fazer.[1]

Nos bastidores Editar

O funeral do Han Solo apareceu pela primeira vez em Star Wars Episódio VIII: Os Últimos Jedi: Edição Expandida.[1] A decisão de colocar o funeral do Solo no romance (algo que não ocorre no filme) veio do autor Jason Fry e sua editora Elizabeth Schaefer.[2] Rian Johnson, diretor do filme Star Wars Episódio VIII: Os Últimos Jedi, afirmou que a razão de não ter o funeral de Han Solo no filme é pela falta de espaço do mesmo no longa.[3]

Aparições Editar

Notas e referências

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