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Obi-Wan Kenobi reparando um gerador hiperpropulsor T-14.

O hiperpropulsor era um sistema de propulsão que permitia à espaçonave atingir a velocidade da luz e atravessar o vazio entre as estrelas na dimensão alternativa do hiperespaço. Como consequência, o hiperpropulsor foi um instrumento chave para moldar a sociedade, comércio, política e guerras na galáxia.[1]

O hiperpropulsor funcionava ao enviar partículas de hipermatéria para lançar a nave no hiperespaço enquanto preservava o perfil de massa/energia da nave, e precisava de um motivador de hiperpropulsor para isso. A nave então viajava ao longo de um percurso programado até sair de volta ao espaço normal — o espaço real — em seu destino.

Como veículos de curto alcance, a maioria dos caças estelares não tinha um hiperpropulsor. Este era notavelmente o caso dos caças TIE do Império Galáctico, que precisavam ser transportados para as zonas de combate à bordo de naves maiores. Contudo, os caças X-wing e A-Wing usados pela Aliança Rebelde eram equipados com hiperpropulsores, o que as permitia realizar saltos de longo alcance.[2]

Ao entrar no hiperespaço, uma nave emitia radiação cronau, o que era possível detectar com suítes de sensores especializados.[3]

Objetos grandes no espaço real projetavam "sombras de massa" no hiperespaço, portanto saltos hiperespaciais precisavam de plotagens precisas para se evitar colisões frequentemente fatais.

Tecnologias posteriores poderiam retirar naves do hiperespaço: por exemplo, campos de interdição criavam sombras gravitacionais, simulando massa, no caminho de uma nave que se aproximasse, arrancando-a do hiperespaço.[4] Tecnologistas Imperiais desenvolveram os amplamente usados cruzadores Interditores e seus vários sub-modelos, uma das tecnologias de interdição mais efetivas.[3]

HistóriaEditar

Avistamentos de purrgil, uma espécie exploradora do espaço capaz de viajar na velocidade da luz, se dizia ter inspirado os desenvolvimentos iniciais do hiperpropulsor.[5] Antes de sua invenção, os primeiros espaçadores utilizavam naves de hibernação, usando processos de congelamento criogênico para se preservarem em carbonita.[6] Quando os hiperpropulsores tornaram a viagem mais-rápido-que-a-luz possível, a civilização galáctica floresceu na história antiga. A Velha República enviou naves de escuta pioneiras para explorar a galáxia[7] enquanto um crescente número de civis dos Mundos do Núcleo buscavam uma vida melhor.[8]

Depois, hiperpropulsores mais avançados permitiram viagens ainda mais rápidas por uma galáxia com mais de 100.000 anos-luz de diâmetro,[9] enquanto as maiores hiperlinhas como a Rota Comercial Perlemiana e a Via Hydiana aceleraram ainda mais a expansão galáctica.[3]

ClassesEditar

Hiperpropulsores eram avaliados por "classe"; quanto menor a classe, mais rápido o motor. Com seu hiperpropulsor Classe Um, a Pico da Carniça era a nave mais rápida da Marinha Imperial,[3] enquanto que cruzadores de batalha top-de-linha como o Destroier Estelar classe Imperial I ostentavam hiperpropulsores Classe 2. O gerador hiperpropulsor T-14 equipado em espaçonaves Nubian 327 tipo J era avaliado como Classe 1.8.[10] Algumas naves excepcionais, como a Joia do Deserto de Nakari Kelen ou a Millennium Falcon de Han Solo, tinham hiperpropulsores excepcionalmente rápidos—Classe 0.8[11] e 0.5 respectivamente.[12]

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Aparições Editar

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Fontes Editar

Notas e referências Editar




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