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O autor deve estar treinando seus poderes de Jedi.

"O que é que há com vocês Mandalorianos, nunca sabem resolver nada sem um blaster?"
Kanan Jarrus[fonte]

Mandaloriano era um gentílico que se referia ao povo do planeta Mandalore. Mandalorianos também viviam na lua de Mandalore, Concordia, Kalevala e no planeta Concord Dawn. Mandalore tinha um passado guerreiro, mas na altura das Guerras Clônicas, os ideiais pacifistas do governo dos Novos Mandalorianos prevaleciam, liderados pela Duquesa Satine Kryze. Isso levou a um conflito com o Olho da Morte, um grupo de Mandalorianos que queriam o retorno da cultura guerreira.

Depois da ascensão do Império Galáctico, o povo de Mandalore viveu sob o jugo do Império, enquanto outros Mandalorianos viviam em mundos como Concord Dawn ou espalhados pela galáxia.

Definição

"Quando alguém escolhe trilhar o Caminho de Mandalore, você é tanto caçador quanto presa. Como alguém pode ser covarde se escolhe esse modo de vida?"
―Armeira Mandaloriana[fonte]

Os Mandalorianos eram um grupo étnico baseado em clãs que compreendia membros de várias espécies, todos ligados por uma cultura, credo e código comuns. Eles se originaram no planeta Mandalore nos Territórios da Orla Exterior da galáxia e tiveram um papel particularmente importante na história galáctica como guerreiros lendários contra os Jedi. De seu mundo natal, Mandalorianos floresceram no Espaço Mandaloriano e na galáxia em geral, colonizando mundos como Kalevala, Krownest e Concord Dawn. Mandalore teve uma grande história marcial, mas desde a Guerra Civil Mandaloriana, o sentimento pacifista começou a emergir e, na época das Guerras Clônicas, os Mandalorianos foram reformados sob o regime do Novo Mandaloriano liderado pela Duquesa Satine Kryze da Casa Kryze enquanto os Antigos Mandalorianos se espalharam pela galáxia como mercenários. Sob o governo do Novo Mandaloriano, Mandalore permaneceu neutro e participou do Conselho de Sistemas Neutros como um membro líder. Apesar de desfrutar de décadas de paz, o conflito persistiu entre o governo do Novo Mandaloriano e facções como o Olho da Morte, um grupo de guerreiros Mandalorianos exilados que queria que Mandalore voltasse aos métodos tradicionais de guerra do passado. Tal conflito levou a outra guerra civil em 19 ABY que derrubou o regime governante do Novo Mandaloriano e restaurou os antigos Mandalorianos, mas o conflito culminou na ocupação de Mandalore pela República Galáctica e seu governo subsequente, o Império Galáctico.

Após a ascensão do Império, Bo-Katan Kryze foi feita Regente de Mandalore, mas depois ela se recusou a seguir o Imperador Sheev Palpatine. Ela foi substituída por Gar Saxon, um supercomando Mandaloriano do Olho da Morte, que foi instalado como Vice-rei sobre Mandalore, seu governo foi imposto pelos Super Comandos Imperiais. Tal como acontece com muitos mundos na galáxia, Mandalore foi oprimido sob o domínio imperial, com armas como o Gerador de pulso de arco sendo desenvolvido para pacificar e reinar na civilização semelhante à guerra. O clã Saxon eventualmente entrou em conflito com o Clã Kryze, o Clã Wren e o ex-líder dos Protetores Mandalorianos Fenn Rau. Após as mortes de Gar Saxon e seu irmão e sucessor, o governador Tibre Saxon, e com o apoio da rebelião inicial, Bo-Katan Kryze reivindicou o Sabre negro e tomou o título de Mand'alor. Kryze uniu a resistência Mandaloriana quando outra guerra civil irrompeu em Mandalore, uma parte da luta de toda a galáxia contra o domínio imperial.

Após a queda do Império e a ascensão da Nova República, alguns Mandalorianos se esconderam após o Grande Expurgo dos Mandalorianos no Império. Um desses grupos foi chamado de "a Tribo", que se escondeu em um esconderijo no planeta Nevarro. No entanto, a tribo foi forçada a se mudar depois de se revelar para proteger um dos seus. A tribo foi eventualmente exterminada por um remanescente imperial, mas alguns de seus membros sobreviveram.

Sociedade e cultura

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O povo mandaloriano

"Mandaloriano não é uma raça."
"É um credo."
Carasynthia Dune e Din Djarin[fonte]

Olho da morte voa para a batalha.

Os mandalorianos foram uns dos guerreiros mais temidos da galáxia.[16] Como guerreiros orgulhosos, eles consideraram o combate como a pedra angular de sua cultura, identidade individual e espírito. Os mandalorianos compartilhavam um forte código[17] de honra[18] que poderia ser invocado para resolver disputas com um combate um-a-um que terminaria com a morte de um oponente.[19] Essa afinidade e tradição para o combate individual se estendeu além da justiça, no entanto, já que os Mandalorianos até buscavam o combate individual simplesmente pela glória de lutar contra um grande oponente, como um Cavaleiro Jedi,[20] e até mesmo o usavam para resolver disputas de liderança. No entanto, alguns na Casa Vizla se recusaram a aceitar não-Mandalorianos como Darth Maul de se tornarem governantes de Mandalore por meio de tais tradições. O próprio Maul fez com que o primeiro ministro Almec mentisse para o povo Mandaloriano, alegando que Satine Kryze havia matado Pre Vizsla, o predecessor de Maul.[21] O Sabre Negro foi apropriado pela Casa Vizsla como um símbolo de autoridade e liderança usado para unificar os Mandalorianos.[22] A arma tornou-se reverenciada e foi passada para novos líderes que derrotaram o líder anterior em combate, reclamar a arma de qualquer outra forma seria considerada ilegítima.[23] Assim como o Básico Padrão Galáctico, os mandalorianos falavam Mando'a,[2] cuja forma de escrita também era conhecida como Mandaloriano.[24]

A estrutura do clã Mandaloriano era como uma pirâmide,[25] com o governante, ou Mand'alor,[26][27] no topo e os Protetores reforçando seu governo. Abaixo deles estavam as facções políticas conhecidas como casas, que eram compostas por clãs familiares.[25] Um exemplo foi a Casa Vizsla, que era composta pelo Clã Vizsla e pelo Clã Wren.[19] Sob o governo da Duquesa Satine Kryze e do governo do Novo Mandaloriano durante as Guerras Clônicas, os Mandalorianos rejeitaram principalmente suas formas marciais ancestrais, mas mantiveram uma força policial e um serviço secreto, que empunhava eletropólos e escudos.[28]

Embora os Mandalorianos geralmente fossem distintamente Humanos, alguns indivíduos não humanos podiam ser adotados no credo Mandaloriano. Um desses indivíduos era um membro da espécie de Yoda, que foi empossado como membro do clã Din Djarin.

Equipamento, combate e arte

"Ezra, a armadura que eu uso tem quinhentos anos. Reestruturei-a ao meu gosto, mas as batalhas, a história, o sangue, tudo vive nela. E o mesmo vale para todos os Mandalorianos."
"Esta armadura é parte da nossa identidade. Faz de nós Mandalorianos quem somos."
―Sabine Wren e Alrich Wren[fonte]

A armadura Mandaloriana desenvolveu uma reputação lendária e era temida em toda a galáxia, era visualmente distinta com seus padrões de placa de favo de mel e ameaçadoras viseiras em forma de T. A armadura era feita de beskar, um metal extremamente resistente a danos e maleável o suficiente para ser forjado em uma armadura. No topo da lendária armadura, os guerreiros Mandalorianos foram equipados com ferramentas anti-Jedi como mochilas a jato, botas magnetizadas, exibições táticas e manoplas armadas que apresentavam armas e ferramentas projetadas para combater as habilidades dos Jedi. Algumas dessas armas não só ajudaram no combate, mas imitaram as habilidades Jedi, como seus repulsores sônicos montados no pulso. Eles geralmente preferiam pistolas blaster WESTAR-35 e mochilas a jato Z-6, que podiam projetar mísseis. O design arquetípico do caça estelar Mandaloriano foi chamado de caça classe Kom'rk.

Pré Vizsla empunhando o sabre negro.

Os guerreiros Mandalorianos possuíam treinamento de combate avançado de suas muitas guerras que datavam de antes da existência da República. No entanto, não foram em seus conflitos com os Jedi que eles desenvolveram seu estilo de combate característico. Este estilo envolvia um Mandaloriano utilizando uma mistura de técnicas corpo-a-corpo, de longo alcance e corpo a corpo enquanto incorporava a tecnologia em seus vambraces para surpreender um Cavaleiro Jedi em combate, permitindo que o Mandaloriano derrotasse os Jedi. Os guerreiros Mandalorianos continuaram a utilizar este estilo de combate contra os Jedi por algum tempo, bem como contra outros oponentes.

O Sabre Negro se tornou uma arma temida nos dias da Velha República quando os guerreiros Mandalorianos da Casa Vizsla o usaram para matar muitos Jedi. Quando os Jedi reivindicaram a arma e a armazenaram no Templo Jedi, os guerreiros Mandalorianos invadiram o Templo para recuperar a arma que se tornou um símbolo de seus caminhos de guerreiro. Durante as Guerras Clônicas, a arma também passou a simbolizar a liderança do Olho da morte, bem como da Casa Vizsla.

O cubismo foi um movimento de arte popular Mandaloriano durante as Guerras Clônicas. Depois da guerra, as pinturas que retratavam o horror da guerra foram usadas para promovê-la e glorificá-la. Os mandalorianos normalmente tendiam a fortes linhas angulares e hexagonais, como formas de diamante e favo de mel, em sua arquitetura, veículos, roupas e até mesmo cortes de cabelo. O Sabre negro notavelmente refletiu este estilo, com um punho angular, protetor de mão e emissor de lâmina. Sabine Wren, uma Mandaloriana e membro dos Espectros, era uma talentosa grafiteira que personalizou e pintou sua armadura. Uma estátua de Tarre Vizsla foi erguida em Mandalore e se tornou um símbolo de esperança e da história Mandaloriana. Quando o Império construiu um posto avançado na estátua, alguns Mandalorianos viram isso como ofensivo, acabando por destruir o posto avançado para restaurar a estátua emblemática.

História

As cruzadas Mandalorianas e a expansão inicial

"Os Mandalorianos suportaram a guerra desde antes da formação da República."
―Fenn Rau[fonte]

Originários do planeta Mandalore na Orla Exterior, a história dos Mandalorianos era de guerreiros que se tornariam temidos por toda a galáxia, ganhando reputação de mercenários e caçadores de recompensas. Eles também eram conhecidos por cavalgarem em mitossauros. Mesmo antes da formação da Velha República, a guerra dominava seu modo de vida.

Esta vida de guerra eventualmente se transformou em sonhos de expansão, e um grupo de guerreiros Mandalorianos conhecidos como os cruzados começaram a travar uma guerra contra outros povos para conquistar seus mundos. Com armaduras e espadas empunhados, os cruzados devastaram muitos mundos durante suas guerras. Os cruzados conquistaram vários mundos e sistemas além do seu, entre eles os planetas de Krownest e Concord Dawn, um planeta que carregou as cicatrizes de uma centena de guerras, com quase um terço de sua massa planetária fraturada e reduzida a escombros espaciais. Essas primeiras conquistas permaneceram como parte do setor Mandalore durante os últimos anos da República Galáctica e no reinado do Império Galáctico.

Eventualmente, a expansão dos cruzados se espalhou para a Orla Interior, onde eles devastaram o planeta Ubduria por desprezo pelos Ubdurianos nativos, a quem eles viam como covardes desonrosos.

Guerra contra os Jedi

"Eu sei que esses comandos lutaram em muitas guerras, muitas vezes contra os Jedi."
―Obi-Wan Kenobi[fonte]

Um mural Mandaloriano retratando os cruzados lutando contra os Jedi

A expansão dos cruzados Mandalorianos eventualmente os colocou em conflito com a Ordem Jedi e a República que eles protegiam. Seus primeiros confrontos com os Cavaleiros Jedi pegaram os Mandalorianos de surpresa: o uso da Força e os poderes que ela lhes concedeu foi um desafio que eles nunca tinham visto antes. No entanto, a natureza orgulhosa dos Mandalorianos não permitiu que essa desvantagem permanecesse, e eles começaram a inventar maneiras de superar os poderes dos enigmáticos Jedi. O resultado foi um grande avanço no desenvolvimento da tecnologia Mandaloriana, especificamente de seu arsenal e sua infame armadura. Eles também desenvolveram um estilo de luta que combinava todo o seu arsenal e habilidades para permitir que eles neutralizassem as habilidades sobrenaturais dos Jedi. Com essas novas tecnologias, os Mandalorianos começaram a ganhar sua cota de conflitos com os Jedi, e seus guerreiros ganharam a reputação de serem capazes de enfrentar e derrotar os Cavaleiros Jedi. O conflito de várias gerações garantiu uma inimizade que durou por várias guerras e foi lembrada pela galáxia mais ampla, mesmo milênios depois, durante as Guerras Clônicas. Esses confrontos entre os Mandalorianos e a Ordem Jedi se tornaram imortalizados por meio de murais cubistas exibidos na capital de Mandalore, Sundari, e na lua Concordia.

Apesar de seus conflitos quase contínuos, os Mandalorianos e os Jedi nem sempre estavam em conflito. O exemplo mais proeminente disso foi quando Tarre Vizsla, nascido em Mandaloriano, um membro da poderosa Casa Vizsla, foi introduzido na Ordem Jedi quando criança. Fiel à sua natureza Mandaloriana, Vizsla se distinguiu de seus colegas Jedi ao criar um sabre de luz único: o sabre negro. Em algum momento de sua vida, Tarre Vizsla se tornou o Mand'alor, o único governante de Mandalore e uma figura reverenciada entre seu povo. Após sua morte, o Jedi recuperou o Sabre Negro e o devolveu ao Templo Jedi em Coruscant. Mandalorianos mais tarde o honraram construindo uma grande estátua dele em Mandalore para cimentar seu legado.

Declínio

A devastação de Mandalore

"Até um tempo, essas planícies eram cobertas de grama. Mas eu nunca vi isso. Essa destruição aconteceu antes de eu nascer."
―Sabine Wren[fonte]

Apesar da unidade que a Casa Vizsla havia trazido para Mandalore, tal era o temperamento guerreiro dos Mandalorianos que não durou. Guerras constantes e campanhas implacáveis ​​de conquista devastaram Mandalore. Senhores da guerra de vários clãs surgiram para lutar contra os Jedi, mas também para lutar entre si. A última grande luta entre os senhores da guerra Mandalorianos e os Jedi ocorreu no próprio Mandalore, e causou um evento cataclísmico que devastou o planeta, queimando grande parte de sua superfície em um deserto branco sem vida.

Este evento encerrou a guerra entre Mandalorianos e Jedi, bem como os sonhos de expansão dos Mandalorianos. Como resultado da devastação de seu planeta natal, um grande foco na reconstrução ocupou os guerreiros por um tempo; as condições inabitáveis ​​da superfície de Mandalore os forçaram a se adaptar, assim como eles se adaptaram ao uso da Força pelos Jedi. Em vez de abandonar Mandalore, eles construíram cidades com cúpulas seladas, como a capital, Sundari. Outros clãs Mandalorianos escolheram se estabelecer em mundos do setor Mandalore, como o Clã Wren no planeta de neve de Krownest, enquanto os Protetores estabeleceram uma base na lua de Concord Dawn.

Enquanto os Jedi vitoriosos ajudavam a estabelecer a nova República Galáctica como o governo galáctico dominante, os Mandalorianos permaneceram isolados em seu setor, com seus caminhos de guerreiro e desejo de conquista ainda vivos, embora eventualmente entrassem em conflito civil.

Durante os últimos séculos da Velha República, os Mandalorianos atacaram o coração do poder de seus inimigos: membros da Casa Vizsla se infiltraram no Templo Jedi em Coruscant e roubaram o sabre negro de Tarre Vizsla. Eles usaram o sabre para conquistar a totalidade de Mandalore e uniram as diversas casas e clãs em todo o seu território.

Pacifismo

"O passado violento de Mandalore ficou para trás. Todos os nossos guerreiros foram exilados em nossa lua, Concordia. Eles morreram anos atrás."
―Primeiro Ministro Almec[fonte]

O Novo Conselho Governante Mandaloriano

Nos anos anteriores à invasão de Naboo, outro conflito eclodiu entre o povo Mandaloriano: a Guerra Civil Mandaloriana. A guerra civil foi travada entre ideais concorrentes dentro da sociedade Mandaloriana, incluindo aqueles que desejavam ver Mandalore retornar ao seu passado guerreiro e os Novos Mandalorianos, liderados por Satine Kryze. Também estavam envolvidos os Protetores de Concord Dawn, um grupo de elite de guerreiros que jurou defender o sistema Concord Dawn. No final da guerra civil, Satine Kryze governou como a duquesa de Mandalore, e os clãs guerreiros foram exilados em Concordia. Alguns desses clãs se tornaram o Olho da Morte, tramando seu golpe contra o novo regime, enquanto outros deixaram Concordia e se reassentaram em outras partes da galáxia, tornando-se os Velhos Mandalorianos. Esses Velhos Mandalorianos começaram a trabalhar como mercenários particulares, sem nenhum interesse em vingança.

Satine reconstruíu Mandalore gradualmente após os danos causados ​​pela guerra. O número considerável de mortes deixou Satine com um ódio feroz à violência, e ela se tornou uma pacifista convicta. Ela reformou o modo de vida Mandaloriano. Ela também estabeleceu um Conselho Deliberativo que tinha vários ministros, um gabinete que era liderado por um primeiro-ministro. Na época das Guerras Clônicas, a posição era ocupada por Almec. Sob seu governo, Mandalore prosperou e se tornou uma sociedade moderna e pacífica. Este novo governo também eventualmente se juntou à República Galáctica.

Quando as Guerras Clônicas eclodiram entre a República e a Confederação de Sistemas Independentes, Satine garantiu que Mandalore fosse neutro e continuasse a prosperar. Ela então se tornou líder do Conselho de Sistemas Neutros, um conglomerado do Senado Galáctico de 1.500 sistemas estelares que desejava ficar fora do conflito.

Ressurreição

"Ouça, Duquesa. Você ouve as pessoas? Elas clamam por mudança. Seu governo de mente fraca de Mandalore chegou ao fim. A ressurreição de nosso passado guerreiro está prestes a começar!"
―Pre Vizsla, para Satine Kryze[fonte]

O Olho da morte de Pré Vizsla se aliou ao Conde Dookan e aos Separatistas.

Desconhecido para os Novos Mandalorianos, o governador Concordiano Pre Vizsla reviveu a cultura Mandaloriana como o Olho da Morte. Entre a liderança do grupo estava a irmã da Duquesa Satine, Bo-Katan Kryze, a líder de um grupo de guerreiras de elite. O Olho da Morte começou a cometer atos terroristas contra o regime pacifista, incluindo ataques a Mandalore, a um cruzador da República e a Kalevala, um planeta no setor Mandalore que havia sido colonizado por Mandalorianos. Vizsla ansiava por restaurar a herança guerreira dos Mandalorianos e conspirou com o Conde Dookan da Confederação de Sistemas Independentes. Vizsla esperava que a República acreditasse que uma intervenção era necessária, para que o Olho da Morte pudesse lutar contra sua invasão e ser saudada pelos Mandalorianos como heróis. No entanto, o plano falhou, e o Senado Galáctico rejeitou a Resolução de Defesa de Mandalore.

Os rejeitados do Olho da Morte fugiram para se tornarem mercenários, construindo uma base em Carlac. O grupo começou a tramar por vingança, aliando-se primeiro com o senador separatista Lux Bonteri para traçar a queda de Dookan, e então com o Renegado Sith Maul para reconquistar o apoio do povo de Mandalore. No entanto, depois que Vizsla traiu Maul, Maul o matou e se tornou o líder do Olho da Morte, levando Bo-Katan Kryze a se rebelar contra ele, formando a resistência de Mandalore.

O Primeiro Ministro Almec se dirige aos Mandalorianos em nome de Maul.

O Mestre Jedi Obi-Wan Kenobi investigou o golpe, mas foi capturado e Maul matou Satine para irritá-lo. Kenobi escapou e voltou para informar a República Galáctica; entretanto, o Supremo Chanceler Sheev Palpatine, secretamente o Lorde sombrio dos Sith Darth Sidious, capturou Maul e o aprisionou no Pináculo em Stygeon Prime. Os supercomandos Mandalorianos de Maul provaram ser leais e o libertaram, mas, apesar disso, o domínio de Maul sobre Mandalore entrou em colapso. Após o cerco de Mandalore, Bo-Katan foi nomeado regente de Mandalore. Eventualmente, Kryze foi expulsa pelo Clã Saxon quando se recusou a seguir o Imperador Palpatine, e o planeta foi finalmente ocupado pelo Império Galáctico. Enquanto isso, os Protetores, que consideravam o Olho da Morte como traidores, ajudaram o Grande Exército da República no treinamento de soldados clones. O Esquadrão Skull, comandado por Fenn Rau, ajudou a República treinando pilotos de soldados clones e lutou na Terceira Batalha de Mygeeto.

Aparições

Aparições não-canônicas

Fontes

Notas e referências

  1. 1,0 1,1 1,2 TCW mini logo.jpg Star Wars: The Clone Wars – "The Mandalore Plot"
  2. 2,0 2,1 Star Wars Rebels: Sabine My Rebel Sketchbook Erro de citação: Código <ref> inválido; o nome "SabineSketchbook" é definido mais de uma vez com conteúdos diferentes
  3. StarWars.com Encyclopedia Almec na Encyclopedia
  4. StarWars.com Encyclopedia Amis na Encyclopedia
  5. StarWars.com Encyclopedia Bo-Katan Kryze na Encyclopedia
  6. StarWars.com Encyclopedia Korkie na Encyclopedia
  7. StarWars.com Encyclopedia Duchess Satine Kryze na Encyclopedia
  8. StarWars.com Encyclopedia Lagos na Encyclopedia
  9. 10,0 10,1 Darth Maul—Son of Dathomir, Parte One
  10. Kanan 10: First Blood, Parte IV: The Mesas of Mygeeto
  11. StarWars.com Encyclopedia Soniee na Encyclopedia
  12. StarWars.com Encyclopedia Pre Vizsla na Encyclopedia
  13. StarWars-DatabankII.png Sabine Wren no Databank
  14. TCW mini logo.jpg Star Wars: The Clone Wars – "Corruption"
  15. Star Wars: Galactic Atlas
  16. Erro de citação: Código <ref> inválido; não foi fornecido texto para as refs de nome Eminence
  17. 19,0 19,1 Erro de citação: Código <ref> inválido; não foi fornecido texto para as refs de nome The Protector of Concord Dawn
  18. Erro de citação: Código <ref> inválido; não foi fornecido texto para as refs de nome A Friend in Need
  19. Erro de citação: Código <ref> inválido; não foi fornecido texto para as refs de nome ShadesofReason
  20. Rebels-mini-logo.png Star Wars Rebels – "Trials of the Darksaber"
  21. Erro de citação: Código <ref> inválido; não foi fornecido texto para as refs de nome Legacy of Mandalore
  22. 25,0 25,1 StarWars.com Rebels Recon: Inside "The Mystery of Chopper Base" no StarWars.com (backup link no Archive.org)
  23. Erro de citação: Código <ref> inválido; não foi fornecido texto para as refs de nome Creating Mandalore
  24. Erro de citação: Código <ref> inválido; não foi fornecido texto para as refs de nome Ultimate Star Wars
  25. StarWars-DatabankII.png Mandalorian Guard no Databank

Links externos

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