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"Eu não sabia que os mandalorianos desenvolveram um tipo de sabre de luz."
"Não desenvolvemos, esse é único. Diz a lenda que foi criado mil anos atrás por Tarre Vizsla, o primeiro mandaloriano a entrar para a Ordem Jedi. Após sua morte, os Jedi guardaram seu sabre no templo até que membros da Casa Vizsla entraram escondidos e o pegaram. Eles usaram o sabre para unificar o povo e derrotar todos aqueles que se opusessem. Em um certo tempo, governaram toda Mandalore empunhando esta lâmina. Este sabre é um símbolo importante para aquela casa e respeitado pelos outros clãs."
―Fenn Rau explicando a história do Sabre Negro para Kanan Jarrus[fonte]

O sabre negro era um sabre único e antigo de lâmina escura, criado por Tarre Vizsla, o primeiro mandaloriano a entrar para a Ordem Jedi, antes de 1019 ABY. A arma foi mantida no interior do templo Jedi até ser roubado por ancestrais de Pre Vizsla em um conflito com os Jedi durante a queda da Velha República. O sabre foi passado de geração em geração e usado mesmo depois de o passado guerreiro de Mandalore dar lugar aos ideais pacifistas dos novos mandalorianos.

Em 21 ABY, o sabre negro estava nas mãos de Pre Vizsla, líder do grupo terrorista Olho da Morte e da Casa Vizsla durante as Guerras Clônicas. Ele usou a arma durante seus conflitos contra os novos mandalorianos, inclusive durante a conquista de Mandalore. Vizsla manteve a posse da arma até ser morto por Darth Maul em um golpe de Estado. Maul, que então se tornou líder do Olho da Morte e do governo mandaloriano, viria a perder o sabre negro depois de um duelo com seu antigo mestre, Darth Sidious, durante uma guerra civil no planeta. O antigo aprendiz foi levado como prisioneiro para o Pináculo, uma prisão separatista em Stygeon Prime.

Pouco depois, Maul foi resgatado por forças mandalorianas sob a ordem do primeiro-ministro Almec, que foi escolhido pelo Sith para ser a liderança pública de Mandalore enquanto ele operava nas sombras. Após o resgate, Maul foi à lua de Zanbar, onde havia um campo do Olho da Morte, e recebeu de volta o sabre negro, resgatado do Palácio Real de Sundari, local de sua luta contra Sidious. Após isso, Zanbar foi atacado pelo Exército Droide Separatista, liderado por General Grievous, e Maul usou o sabre contra o ciborgue. O antigo lorde Sith continuando empunhando a arma em batalhas seguintes, como a batalha em Ord Mantell, o ataque a Vizsla Keep 09 e a Segunda Batalha de Dathomir.

Durante a Era do Império, a rebelde e especialista mandaloriana em armas Sabine Wren retirou o sabre negro da Toca das Irmãs da Noite em Dathomir, onde Maul o havia guardado. Após o apelo de Fenn Rau e seus amigos Espectros, Sabine concordou em treinar com o sabre sob a tutela do Cavaleiro Jedi Kanan Jarrus. Mais tarde, Sabine levou a arma com ela e seus companheiros rebeldes durante uma missão para Krownest cujo objetivo era conseguir o apoio de sua família para a Rebelião. Sabine se tornou a dona do sabre negro por direito quando derrotou o Vice-rei Gar Saxon em um duelo.

Após resgatar seu pai da custódia do Império e destruir a superarma que ela havia construído enquanto era uma cadete imperial, Sabine deu o sabre negro a Bo-Katan Kryze. Sabine a considerou a pessoa mais digna e apta de liderar os mandalorianos contra o Império. Em 9 ABY, a arma estava nas mãos do Moff Gideon, líder de remanescentes imperiais no planeta Nevarro.

DescriçãoEditar

"Qualquer um pode segurar o sabre negro. O problema é mantê-lo, assim como manter sua cabeça."
―Ursa Wren para Sabine Wren[fonte]

O sabre negro era um sabre de luz antigo com lâmina de cor preta [9]. Tinha uma lâmina única que era mais curta do que a maioria dos sabres e que possuía a forma de uma espada tradicional.[2]

O som emitido pela lâmina também era ouvido mais alto do que outros sabres de luz. O sabre negro tinha um cristal kyber que servia como condutor de energia da Força. Os pensamentos e ações de quem o empunha guiavam a corrente de poder da lâmina, que produzia efeitos elétricos em resposta a estados emocionais elevados.[3] A arma também era capaz de defender o dono contra outras lâminas de sabres de luz, sendo que as duas eram atraídas entre si de forma semelhante a uma atração magnética.[10] Ele era respeitado pelos mandalorianos como símbolo da liderança da Casa Vizsla e, mais tarde, do Olho da Morte. De acordo com costume mandaloriano, alguém só poderia obter o sabre negro ao derrotar o seu dono anterior em combate. Qualquer outra forma de obtenção do sabre era considerada ilegítima, assim como a posse dele.[11]

HistóriaEditar

Velha RepúblicaEditar

Nos tempos da Velha República, o sabre negro era mantido pela Ordem Jedi em seu templo em Coruscant após a morte de seu criador, Tarre Vizsla, o primeiro mandaloriano a entrar para a Ordem.[2] Durante a queda da Velha República, mandalorianos da Casa Vizsla invadiram o templo e roubaram a arma.[3] Descendentes dessa casa usaram a arma para matar muitos Jedi[2] e governar toda Mandalore por vários anos.[3]

Guerras ClônicasEditar

"Este sabre de luz é uma relíquia roubada do templo Jedi por meus ancestrais na ocasião histórica da queda da Velha República. Desde então, muitos Jedi morreram vitimados por ele. Prepara-se se para juntar-se a eles!"
―Pre Vizsla para Obi-Wan Kenobi[fonte]

Durante as Guerras Clônicas, o sabre negro estava nas mãos de Pre Vizsla, governador da lua mandaloriana de Concordia e líder do Olho da Morte. Vizsla o mantinha em suas costas enquanto usava sua armadura.[2]

Durante o conflito galáctico, Obi-Wan Kenobi,mestre Jedi e membro do Alto Conselho da Ordem, descobriu o esconderijo do Olho da Morte próximo às minas do planeta. Usando o sabre negro, Vizsla lutou contra Kenobi enquanto suas tropas evacuavam. Apesar de demonstrar certa habilidade em combate, Vizsla não foi capaz de derrotar Obi-Wan e de prevenir sua fuga com a Duquesa Satine Kryze.[2]

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ApariçõesEditar

FontesEditar

Notas e referênciasEditar

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