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"O que pensa que é? Um Jedi sacudindo a mão por aí desse jeito? Eu sou um Toydariano, truques mentais não funcionam comigo, só dinheiro. Sem dinheiro, não tem peças, nem negócios."
―Watto[fonte]

Watto foi um Toydariano negociante de lixo e traficante de humanos que possuía uma loja em Mos Espa, Tatooine. Ele foi o proprietário de Shmi Skywalker, bem como seu filho, Anakin Skywalker, o jovem menino que cresceria para se tornar um reverenciado Cavaleiro Jedi e um temido Lorde Sith conhecido como Darth Vader.

Biografia

Queda da República

Watto começou sua vida como um soldado em Toydaria. No entanto, ele deixou Toydaria depois de sofrer um ferimento e foi para Tatooine, onde viu Jawa vender bens usados e decidiu abrir seu próprio negócio.[4]

Qui-Gon Jinn tentando negociar com Watto.

Watto se tornou um negociante de lixo morador de Mos Espa, onde era dono de uma pequena loja. Watto ganhou dois escravos, Shmi Skywalker e seu filho Anakin, de Gardulla o Hutt em uma aposta. Watto descobriu as habilidades naturais de Anakin como um corredor de pod e começou a patrocinar o menino em várias corridas de pod. Apesar disso, Watto costumava apostar contra Anakin.[2] Watto também organizava festivais de corridas de pods para seus parceiros de jogo e amigos em sua caixa privada.[1] Além de manter os androides em sua loja, Watto também pedia a Anakin para polir partes deles.[5]

Em 32 ABY, o Mestre Jedi Qui-Gon Jinn veio a sua loja procurando peças para sua nave. Qui-Gon não tinha dinheiro suficiente e não conseguiu negociar um preço com Watto, mesmo não conseguindo realizar um truque mental no Toydariano.[2]

Watto observando o evento de corrida de pods em Boonta Eve.

No próximo dia, Qui-Gon disse a Watto que ele queria entrar com Anakin no Clássico Boonta Eve em troca de peças para sua nave. Watto concordou e inscreveu Anakin, mas Watto apostou no corredor Sebulba, Dug. Qui-Gon apostou pela liberdade de Anakin, apesar dos avisos de Watto de que Anakin iria perder de qualquer maneira. Anakin, no entanto, venceu a corrida e deixou Tatooine com Qui-Gon para se tornar um Jedi em Coruscant enquanto Shmi permaneceu com Watto.[2]

Anos depois, Watto vendeu Shmi para o fazendeiro de umidade Cliegg Lars, que a comprou para morar com ele em sua fazenda de umidade.[6] Durante todos esses anos, Watto continuou com seu comércio fiel e até comprou edifícios adjacentes para aumentou a sua loja, mas começou a sofrer grandes prejuízos com o jogo, deixando incerto o futuro do seu negócio, apesar de já não ter o pessoal necessário e ser obrigado a fazer sozinho todo o trabalho árduo.[7]

Watto pouco antes das Guerras Clônicas.

Em 22 ABY, pouco antes do início das Guerras Clônicas, Anakin voltou a Tatooine em busca de sua mãe. Watto, depois de reconhecer seu ex-escravo, perguntou se ele poderia ajudar com alguns "caloteiros" que lhe deviam muito dinheiro. Após ser questionado sobre Shmi, Watto deu a ele todas as informações que sabia sobre Shmi após vendê-la.[6]

Era do Império

Durante seu exílio em Tatooine após a Ordem 66, Obi-Wan Kenobi comprou um umidificador de Watto por um preço inflacionado. Depois que Kenobi foi morto por Darth Vader na Estrela da Morte, Kenobi se viu em uma visão de sua casa em Tatooine. Ele observou que o umidificador não estava na visão, entre outras adições recentes que estavam faltando. Ele então percebeu que a visão era de um tempo anterior em sua cabana, cerca de três anos em seu exílio.[8]

Personalidade e traços

"Estrangeiros. Eles pensam que não sabemos de nada."
―Watto[fonte]

Watto tinha orgulho de seus negócios e desconfiava dos créditos da República, que ele sentia não serem "reais" o suficiente para a economia difícil de um planeta que fazia parte da Orla Exterior como Tatooine. Quando Qui-Gon Jinn tentou um truque mental para fazê-lo aceitar 20.000 créditos em troca de um gerador de hiperpropulsor T-14, ele deu de ombros, dizendo a Jinn que, como um Toydariano, os truques mentais não funcionavam. Watto era um grande apostador e mais tarde perdeu o hiperdrive e Anakin em uma aposta que havia feito contra os Jedi.[2] Após a partida de Anakin, ele começou a sofrer pesadas perdas no jogo.[7]

A subestimação de Anakin por Watto provou ser um duro golpe para seus negócios. Depois que Anakin deixou Tatooine e depois de vender Shmi para a família Lars, Watto se viu sem ajuda e foi forçado a fazer o trabalho duro sozinho para que seu negócio pudesse sobreviver. Desacostumado com as enormes capacidades de seu ex-escravo, Watto não foi capaz de encontrar mais servos com o conhecimento técnico suficiente.[7]

Nos bastidores

Watto em A Ameaça Fantasma.

Watto foi retratado e dublado pelo ator Andrew Secombe no filme de 1999, Star Wars Episódio I: A Ameaça Fantasma e a sua sequência de 2002, Star Wars Episódio II: Ataque dos Clones.[2][6] Secombe interpretou Watto no set, para dar aos animadores uma referência para iluminação e linha dos olhos.[9]

Concebido pelo criador de Star Wars George Lucas, o design de Watto era de natureza mais aviária, com plumagem e bico. Encarnações posteriores do Toydariano apresentavam um charuto e tentáculos.[10] Quando o artista Terryl Whitlatch começou a projetar o personagem, ele começou com um design feio, "como um querubim". Lucas sugeriu que ele recebesse pés parecidos com os de um pato.[9] Eventualmente, a base para o rosto do personagem foi derivada de uma pintura conceitual inicial da raça Neimoidiana feita pelo artista conceitual Doug Chiang, particularmente o tronco em forma de gancho e os dentes tortos. Como o personagem falava com frequência, o animador Rob Coleman achou difícil sincronizar os lábios de Watto com a entrega do diálogo de Secome. Para resolver o problema, Coleman teve parte dos dentes de Watto arrancados, para que o personagem pudesse falar pelo canto da boca, tornando o processo de sincronização muito mais fácil. O designer de som Ben Burtt gravou a si mesmo abrindo e fechando um guarda-chuva para fazer o som das asas de Watto batendo.[10]

Aparições

Fontes

Notas e referências

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